Aqui estou eu,
Queimando num campo sem fogo,
Me afogando em algo mais profundo que água.
Aqui estou eu,
A cada dia deixando que algo me mate,
Deixando que meu corpo ganhe novas rachaduras.
Aqui estou eu,
Mentindo para mim mesma,
Me suicidando aos poucos.
Aqui estou eu,
Cercada de mentiras e de dor,
Presa dentro de meu escudo.
Aqui estou eu,
Sorrindo falsamente para quem amo,
Mesmo sabendo que não há importância nisso.
Aqui estou eu,
Deixando que lágrimas me consumam,
Deixando que me destruam.
Aqui estou eu,
Ainda assim disposta a matar e morrer,
Aqui estou eu...
Pra você.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
I'm there for you.
You know
when you’re all alone in your home? Like…Completely alone?
You know
the feeling of paranoia you have when you’re like this? Like you’re being
observed for someone or something?
Having the
feeling that a demon is right behind you…
Or having a
feeling that you’re going to be murdered…
But nothing
happens.
It’s almost
like magic, I mean, there’s no way someone could enter your house at night.
There is a high chance of safety and the doors are surely locked. But still,
even though you know you’re safe, this feeling won’t stop showing up!
It’s even
annoying! Who likes to get paranoid? Who likes to be scared?
But it’s
okay. I promise that no one will ever make you feel like that again. So don’t
worry. But don’t you dare forget about me…
I may be
the one you’re scared of.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Palavras
Que tal pararmos um
momento?
Vejamos algo de grande.
Um tipo de monumento.
São elas as palavras,
O mais poderoso
elemento.
.
São palavras que
podem nos fazer sorrir,
São palavras que
podem nos fazer chorar.
O estranho é que
mesmo assim,
Elas têm capacidade
de nos confortar
E de para um lugar
melhor nos guiar.
.
Palavras tem o poder
de nos levar a mundos novos,
De nos deixar levar
pela imaginação infinita.
Tem o poder de
encantar até os mais frios e invejosos,
Até criar apelidos
como ‘denguita’.
.
Palavras são a razão
de muitas lágrimas caírem pelos rostos tristes,
Palavras são a razão
de muitas risadas escaparem das gargantas felizes.
Palavras são a razão
de curarem cicatrizes.
Palavras são a razão
de descobrir raízes.
.
Mas o que dizer
então,
Sobre os que as usam
em vão?
Ora, não há o que ser
dito,
Pois o poder das palavras
é infinito.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Projeto: Sanatório Azul.
Bem, pelo título já dá, mais ou menos, pra imaginar o que eu tô pretendendo, certo? Well, o que eu vim fazer aqui, exatamente?
Eu sei que não tenho lá, inúúúúúúúúmeros leitores, visualizações etc,etc, etc, viva todo mundo.
VAMOS AS COISITAS, PRA RESUMIR SASPOHA TODA.
O que bulhufas é "Sanatório Azul"?
Seria uma nova história minha que pretendo por um empenho dos karaleo pra fazer e, claro, postar no Nyah! Fanfiction. Tal como aqui também pq...Deu vontade. Anyway, explicando, como o próprio nome já diz, seria a história de um antigo sanatório, obviamente abandonado. Vamos aos personagens.
*Não tenho a imagem de todos, muito menos as ideias de todos pq estou meio artbloqueada agora*
Personagem #1:
Eu sei que não tenho lá, inúúúúúúúúmeros leitores, visualizações etc,etc, etc, viva todo mundo.
VAMOS AS COISITAS, PRA RESUMIR SASPOHA TODA.
O que bulhufas é "Sanatório Azul"?
Seria uma nova história minha que pretendo por um empenho dos karaleo pra fazer e, claro, postar no Nyah! Fanfiction. Tal como aqui também pq...Deu vontade. Anyway, explicando, como o próprio nome já diz, seria a história de um antigo sanatório, obviamente abandonado. Vamos aos personagens.
*Não tenho a imagem de todos, muito menos as ideias de todos pq estou meio artbloqueada agora*
Personagem #1:
Paciente nº 52, "Aqua".
Idade: Desconhecida.
Origem: Desconhecido.
Nível de Perigo: Desconhecido.
Personagem #2
Nome: Lora Amester
Idade: 23
Origem: California, EUA
Seria a protagonista da história. Uma youtuber do gênero "terror", encontra-se perdida entre muitos e muitos inscritos exigindo que ela fosse até o tal "Sanatório Azul" de sua cidade, onde crianças teriam ouvido barulhos e espalhado boatos de que os loucos que lá estavam ainda vivem por ali.
Mas bem, aqui está a tentativa de prólogo que escrevi:
"Estava tudo nublado. Nada parecia correr bem nesse dia. Os
inscritos de Lora, em seu canal do youtube,
pareciam diminuir a cada dia mais. Ela se dizia um canal de terror, mas fazia
um bom tempo que nenhuma postagem interessante acontecia. Ao menos não na
opinião de boa parte das pessoas pelas quais ela praticamente trabalhava toda
semana.
Há um tempo também, pesquisava sobre algo. Existia, aliás,
ainda existe, um sanatório antigo em sua cidade. Um tal de “Sanatório Azul”.
Pelo que sabia, o tal sanatório estava abandonado faziam
pelo menos 15,20 anos. Não sabia ao certo, mas recentemente, de acordo com umas
crianças que postam besteiras na internet, se formaram boatos de que ainda
teriam uns doidos passeando livremente por lá, como se nada tivesse acontecido.
Lora estava sentada na poltrona de seu quarto, segurando um
pequenino diário, aparentemente novo e cutucando um lápis que estava apoiado em
uma de suas orelhas. Ela balançava a cabeça de um lado para o outro, pensando
se deveria seguir os tais desafios que lhe propuseram; os mesmos inscritos.
Ora...Lora não queria se arriscar a ir para lá, se eles queriam ver, eles que
fossem! O problema é que Lora já era uma garota que morava sozinha,
independente por assim dizer. Se sustentava pelo dinheiro que recebia pelo youtube.
Sim, um dia já foi um grande canal. Mas como antes foi dito,
estava sem nada interessante nesses tempos que estavam se passando. A ruiva
pensava calmamente:
“Vou ou não vou?”
Já estava ficando de noite. Já estava de tardezinha, aliás.
Não lhe restava pouco tempo. Pensou por mais uns curtos minutos até,
finalmente, dar um tapinha no seu joelho com a mão que antes cutucava o lápis e
falar para si mesma:
-Quer saber? Vou logo nessa merda. Vai que isso me dá
dinheiro.
Pegou em mãos sua câmera, iria postar um último vídeo antes
de tudo, avisando aos inscritos que iria para lá, como lhe foi pedido. Aliás,
ordenado. Tratou de ligá-la e apontá-la para sua face, logo começando a falar.
-Olá queridos, sentiram minha falta? Sei que não. Mas bem,
resolvi seguir, uma vez na vida, o que vocês me mandaram fazer. Adivinhem só?
Hoje, esta noite, daqui a pouco...- Destacou as frases para que ficasse bem
claro, apesar de, na realidade, ficar ridículo. – Irei àquele lugar, àquele
sanatório. Felizes? Bem, eu estarei levando esse diário comigo, e toda noite
que eu voltar, eu vou dizer o que passei por lá. Se encontrei alguém, se era
uma lorota completa. Mas vai ser só a gravação. Minha câmera não tem tanta
bateria. – Fez uma careta. – Mas bem...Vamos lá, né?
Feito isso, desligou a câmera e rapidamente postou o
vídeo. Preparou uma mochila qualquer,
com comida,água, algumas poucas baterias para a lanterna que levaria em mãos e
por último, um gravador.
Preparou-se, também, de maneira física. Um gorro de cor
preta, botas da mesma cor, um moletom vermelho-escuro, calças jeans, tal como
um prendedor de cabelo caso chegasse a precisar, apesar de duvidar. Estava um
frio do caramba naquela noite.
-Desejem-me sorte. – Disse ela, fazendo a primeira gravação.
Assim, trancou sua casa e escondeu a chave no ponto mais
profundo da mochila, embaixo de todos os outros objetos inclusos na mesma, e
desceu os nove andares que precisava descer, sem demorar para chegar até a
portaria. Como sempre, ali estava cheio. Toda semana tinha alguma comemoração
inútil de seus vizinhos bestas, que sempre a julgaram pela sua aparência.
Achavam que ela era satanista ou algo do tipo, mas só por causa de sua
aparência gótica. Mas não era algo que importasse.
Suspirou assim que pisou na calçada molhada,e, por fim,
pôs-se a andar em direção à construção. Pegou um táxi e pediu para que o
motorista a deixasse por ali perto. Claro, teve um belo de um engarrafamento
para impedir que tudo acontecesse conforme o planejado, mas conseguiram chegar
lá, digamos, a tempo. Queria chegar lá antes das 19:00, e conseguiu.
Mas bem, chega de besteiras.
Lora caminhou um pouco mais, dois quilômetros ao exato, para
chegar lá. De longe já podia vê-lo no horizonte, o sanatório. Estava todo
destruído, apodrecido. Como é que alguém poderia viver ali? Observou um pouco
mais antes de dar qualquer passo mais para perto, e viu que as possíveis
entradas estavam bloqueadas. Ora bolas...Alguém haveria trancado? Não, deviam
ser escombros que caíram durante o abandono do lugar ou algo do tipo. Não havia
reparado nisso, mas enfim.
Desceu a ladeira que existia entre a rua e a construção,
dando umas corridinhas leves, com certo cuidado para não cair de cara no chão.
Logo chegou onde queria. Em frente ao Sanatório Azul.
-Ótimo. Acho que já dá pra eu começar a gravar...
Voltou a pegar o pequenino gravador que havia trazido e o
ligou, prendendo-o ao moletom que estava usando.
-Pois é. Alguns podem não acreditar, mas eu realmente estou
aqui, em frente ao Sanatório Azul. Agora eu vou procurar um jeito de entrar, já
que a porta principal e as janelas por perto estão todas lacradas com escombros
e madeiras.
A garota suspirou de novo e, finalmente, pôs-se a andar
aleatoriamente, explorando com seus olhos cada canto que pudesse encontrar com
a lanterna que tinha em mãos. O lugar era realmente escuro, mesmo para a noite
que se seguia no momento.
-Olá? Alguém aí?
Sem respostas, mesmo que continuasse gritando e chamando por
alguém, não havia respostas. Já começava a pensar que isso tudo era uma perda
de tempo e que tinha vindo para este lugar sem propósito algum. Mas logo pôde
escutar alguma coisa. Vinha mais de baixo, um barulho de água. Provavelmente
teria sido só a chuva derrubando algum entulho que havia por lá, mas resolveu
verificar de qualquer forma. A passos lentos e calmos, mas ao mesmo tempo
alertas e prontos para correr a qualquer minuto, Lora foi se aproximando de
onde havia ouvido o barulho. Encostou-se na parede que ali havia, escondendo-se
caso houvesse algo, ou alguém.
Inclinou-se um pouquinho, para ver se achava alguma coisa.
Mas era impossível ver qualquer merda sem a droga da lanterna, Inteligência
rara. Lora bateu na própria cabeça, mas não com força, e preferiu ser bruta e
apontar a lanterna para ali de uma vez.
Nada.
Óbvio que não havia nada. Essas histórias não passavam de
mentiras. Mas tinha que fazer isso, precisava ter seus inscritos de volta – ou,
melhor dizendo, seu dinheiro de volta.
-Que susto. – Ela se virou e pensou em continuar andando,
mas foi impedida. Levou outro susto. Mas não por alguém, exatamente.
Era simplesmente um rato. Mas por que ele havia parado bem
na sua frente? Quieto, sem sinais de medo....Que estranho. Lora se acocorou
para observá-lo melhor e ver se conseguia assustá-lo.
-Xô. – Abanou as mãos para frente, tentando afastar o roedor
dali.
Ele não se moveu.
-Ora...Xô,xô! – Ela disse, com um tom de voz mais firme,
insinuando que bateria no rato se ele não o fizesse.
De novo, sem sequer um movimento por parte do animal.
Lora franziu as sobrancelhas e já ia se levantar para ir
embora, mas logo foi surpreendida. Dessa vez por uma voz.
-Quem é você?"
Eu sei que ninguém vai ler isso mas..Yeah.
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