sexta-feira, 2 de maio de 2014

Projeto: Sanatório Azul.

Bem, pelo título já dá, mais ou menos, pra imaginar o que eu tô pretendendo, certo? Well, o que eu vim fazer aqui, exatamente?
Eu sei que não tenho lá, inúúúúúúúúmeros leitores, visualizações etc,etc, etc, viva todo mundo.

VAMOS AS COISITAS, PRA RESUMIR SASPOHA TODA.

O que bulhufas é "Sanatório Azul"?

Seria uma nova história minha que pretendo por um empenho dos karaleo pra fazer e, claro, postar no Nyah! Fanfiction. Tal como aqui também pq...Deu vontade. Anyway, explicando, como o próprio nome já diz, seria a história de um antigo sanatório, obviamente abandonado. Vamos aos personagens.
  *Não tenho a imagem de todos, muito menos as ideias de todos pq estou meio artbloqueada agora*

                                                                   Personagem #1:
Paciente nº 52, "Aqua".
Idade: Desconhecida.
Origem: Desconhecido.
Nível de Perigo: Desconhecido.

Personagem #2


Nome: Lora Amester
Idade: 23
Origem: California, EUA

Seria a protagonista da história. Uma youtuber do gênero "terror", encontra-se perdida entre muitos e muitos inscritos exigindo que ela fosse até o tal "Sanatório Azul" de sua cidade, onde crianças teriam ouvido barulhos e espalhado boatos de que os loucos que lá estavam ainda vivem por ali.

Mas bem, aqui está a tentativa de prólogo que escrevi:
"Estava tudo nublado. Nada parecia correr bem nesse dia. Os inscritos de Lora, em seu canal do youtube, pareciam diminuir a cada dia mais. Ela se dizia um canal de terror, mas fazia um bom tempo que nenhuma postagem interessante acontecia. Ao menos não na opinião de boa parte das pessoas pelas quais ela praticamente trabalhava toda semana.
Há um tempo também, pesquisava sobre algo. Existia, aliás, ainda existe, um sanatório antigo em sua cidade. Um tal de “Sanatório Azul”.
Pelo que sabia, o tal sanatório estava abandonado faziam pelo menos 15,20 anos. Não sabia ao certo, mas recentemente, de acordo com umas crianças que postam besteiras na internet, se formaram boatos de que ainda teriam uns doidos passeando livremente por lá, como se nada tivesse acontecido.
Lora estava sentada na poltrona de seu quarto, segurando um pequenino diário, aparentemente novo e cutucando um lápis que estava apoiado em uma de suas orelhas. Ela balançava a cabeça de um lado para o outro, pensando se deveria seguir os tais desafios que lhe propuseram; os mesmos inscritos. Ora...Lora não queria se arriscar a ir para lá, se eles queriam ver, eles que fossem! O problema é que Lora já era uma garota que morava sozinha, independente por assim dizer. Se sustentava pelo dinheiro que recebia pelo youtube.
Sim, um dia já foi um grande canal. Mas como antes foi dito, estava sem nada interessante nesses tempos que estavam se passando. A ruiva pensava calmamente:
“Vou ou não vou?”
Já estava ficando de noite. Já estava de tardezinha, aliás. Não lhe restava pouco tempo. Pensou por mais uns curtos minutos até, finalmente, dar um tapinha no seu joelho com a mão que antes cutucava o lápis e falar para si mesma:
-Quer saber? Vou logo nessa merda. Vai que isso me dá dinheiro.
Pegou em mãos sua câmera, iria postar um último vídeo antes de tudo, avisando aos inscritos que iria para lá, como lhe foi pedido. Aliás, ordenado. Tratou de ligá-la e apontá-la para sua face, logo começando a falar.
-Olá queridos, sentiram minha falta? Sei que não. Mas bem, resolvi seguir, uma vez na vida, o que vocês me mandaram fazer. Adivinhem só? Hoje, esta noite, daqui a pouco...- Destacou as frases para que ficasse bem claro, apesar de, na realidade, ficar ridículo. – Irei àquele lugar, àquele sanatório. Felizes? Bem, eu estarei levando esse diário comigo, e toda noite que eu voltar, eu vou dizer o que passei por lá. Se encontrei alguém, se era uma lorota completa. Mas vai ser só a gravação. Minha câmera não tem tanta bateria. – Fez uma careta. – Mas bem...Vamos lá, né?
Feito isso, desligou a câmera e rapidamente postou o vídeo.  Preparou uma mochila qualquer, com comida,água, algumas poucas baterias para a lanterna que levaria em mãos e por último, um gravador.
Preparou-se, também, de maneira física. Um gorro de cor preta, botas da mesma cor, um moletom vermelho-escuro, calças jeans, tal como um prendedor de cabelo caso chegasse a precisar, apesar de duvidar. Estava um frio do caramba naquela noite.
-Desejem-me sorte. – Disse ela, fazendo a primeira gravação.
Assim, trancou sua casa e escondeu a chave no ponto mais profundo da mochila, embaixo de todos os outros objetos inclusos na mesma, e desceu os nove andares que precisava descer, sem demorar para chegar até a portaria. Como sempre, ali estava cheio. Toda semana tinha alguma comemoração inútil de seus vizinhos bestas, que sempre a julgaram pela sua aparência. Achavam que ela era satanista ou algo do tipo, mas só por causa de sua aparência gótica. Mas não era algo que importasse.
Suspirou assim que pisou na calçada molhada,e, por fim, pôs-se a andar em direção à construção. Pegou um táxi e pediu para que o motorista a deixasse por ali perto. Claro, teve um belo de um engarrafamento para impedir que tudo acontecesse conforme o planejado, mas conseguiram chegar lá, digamos, a tempo. Queria chegar lá antes das 19:00, e conseguiu.
Mas bem, chega de besteiras.
Lora caminhou um pouco mais, dois quilômetros ao exato, para chegar lá. De longe já podia vê-lo no horizonte, o sanatório. Estava todo destruído, apodrecido. Como é que alguém poderia viver ali? Observou um pouco mais antes de dar qualquer passo mais para perto, e viu que as possíveis entradas estavam bloqueadas. Ora bolas...Alguém haveria trancado? Não, deviam ser escombros que caíram durante o abandono do lugar ou algo do tipo. Não havia reparado nisso, mas enfim.
Desceu a ladeira que existia entre a rua e a construção, dando umas corridinhas leves, com certo cuidado para não cair de cara no chão. Logo chegou onde queria. Em frente ao Sanatório Azul.
-Ótimo. Acho que já dá pra eu começar a gravar...
Voltou a pegar o pequenino gravador que havia trazido e o ligou, prendendo-o ao moletom que estava usando.
-Pois é. Alguns podem não acreditar, mas eu realmente estou aqui, em frente ao Sanatório Azul. Agora eu vou procurar um jeito de entrar, já que a porta principal e as janelas por perto estão todas lacradas com escombros e madeiras.
A garota suspirou de novo e, finalmente, pôs-se a andar aleatoriamente, explorando com seus olhos cada canto que pudesse encontrar com a lanterna que tinha em mãos. O lugar era realmente escuro, mesmo para a noite que se seguia no momento.
-Olá? Alguém aí?
Sem respostas, mesmo que continuasse gritando e chamando por alguém, não havia respostas. Já começava a pensar que isso tudo era uma perda de tempo e que tinha vindo para este lugar sem propósito algum. Mas logo pôde escutar alguma coisa. Vinha mais de baixo, um barulho de água. Provavelmente teria sido só a chuva derrubando algum entulho que havia por lá, mas resolveu verificar de qualquer forma. A passos lentos e calmos, mas ao mesmo tempo alertas e prontos para correr a qualquer minuto, Lora foi se aproximando de onde havia ouvido o barulho. Encostou-se na parede que ali havia, escondendo-se caso houvesse algo, ou alguém.
Inclinou-se um pouquinho, para ver se achava alguma coisa. Mas era impossível ver qualquer merda sem a droga da lanterna, Inteligência rara. Lora bateu na própria cabeça, mas não com força, e preferiu ser bruta e apontar a lanterna para ali de uma vez.
Nada.
Óbvio que não havia nada. Essas histórias não passavam de mentiras. Mas tinha que fazer isso, precisava ter seus inscritos de volta – ou, melhor dizendo, seu dinheiro de volta.
-Que susto. – Ela se virou e pensou em continuar andando, mas foi impedida. Levou outro susto. Mas não por alguém, exatamente.
Era simplesmente um rato. Mas por que ele havia parado bem na sua frente? Quieto, sem sinais de medo....Que estranho. Lora se acocorou para observá-lo melhor e ver se conseguia assustá-lo.
-Xô. – Abanou as mãos para frente, tentando afastar o roedor dali.
Ele não se moveu.
-Ora...Xô,xô! – Ela disse, com um tom de voz mais firme, insinuando que bateria no rato se ele não o fizesse.
De novo, sem sequer um movimento por parte do animal.
Lora franziu as sobrancelhas e já ia se levantar para ir embora, mas logo foi surpreendida. Dessa vez por uma voz.
-Quem é você?"

Eu sei que ninguém vai ler isso mas..Yeah.


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