domingo, 16 de novembro de 2014

Eu sou o Bardo

Não adiantava...Estava forte demais. Não conseguiria vencer.

Não pondo Dio em risco, não pondo Giovanni em risco. Não com aquele corpo.

Abraham sorriu, sentado ao lado de Giovanni por um último momento juntos, antes de começar a fazer o que planejava. Seus olhos lacrimejavam, e o sangue que escorria de seu lábio começara a secar. Olhou para cima e depois para ele, dando uma bufada risonha.

Diablo olhou para ele com um olhar confuso, estranhando-o.

Bardo arqueou tristemente as sobrancelhas, sorrindo para aquele que amava. Respirou fundo e disse:

-Eu tenho sido um verdadeiro idiota, não é? – A energia de Bardo era tanta que já conseguia se sentir no ar ao redor de tudo e de todos ali presentes.

-Huh? – Claro, Giovanni notara.

-...Me desculpe. – Um último sorriso fraco, antes de uma explosão de energia jogar seu acompanhante para longe. Uma verdadeira onda de poder, onda de telecinese, quase invisível.

-BARDO?!  - Diablo gritou, já voando para longe dali por causa da explosão. – GAH!

Mesmo assim, Giovanni não era fraco, de fato, apesar de nunca ter visto tamanho poder saindo do corpo do receptáculo de Abraham, sentiu-se impotente por uns segundos. Criou sombras sólidas, segurando-se como se fosse um galho depois de uma cambalhota.

-ABRAHAM! – Tentava chamá-lo.

Bardo se levantara, sem ter o olhar fixo em nada. Mente cheia e vazia ao mesmo tempo, um silêncio agonizante, a dor que se revigorava e regozijava de liberdade. Era por isso que gostava de matar. Deixava o peso de seus ombros ir embora, pelo menos por alguns instantes. Quando sentia o cheiro de sangue.

Suspirou.

Os cabelos brancos do corpo de Dio cresciam, ganhando uma cor castanha. Seus olhos, mais vermelhos do que nunca.  A energia movendo os fios castanhos de cabelo, o cachecol, e cada centímetro de roupa que se deixava levar.

Duas silhuetas negras. Bardo e Dio.

Dio saía do corpo de Bardo, indo para sua mente, para o etéreo, no lugar dele próprio. Mas antes que caísse, Bardo segurou-o com a telecinese, aproveitando que o russo estava desmaiado, praticamente em coma, dentro de sua consciência e o deitou ali, fazendo dele o seu núcleo.

-Me desculpe, Dio... Você estará seguro aqui...

Um sorriso falso, mas que enganaria até a Justiça.

-Eu vou matar todos eles...Afinal...

...

-..Eu sou o Bardo.




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Heey ~

Well, eu vou imitar a Asuka e fazer um post rápido, também explicando sobre o projeto Uma Noite em 67 que nossa escola está fazendo.

Bem, essa é a primeira vez que nós, no nosso último ano do ensino fundamental, faremos esse trabalho, que é um tanto tradicional do colégio. Iremos representar, usando, obviamente, os arredores do lugar, em cada sala que foi escolhida para cada equipe, uma representação única de tal dia. Era o auge da ditadura ( -x- para aqueles que se interessarem em saber mais), e nosso trabalho será criar um jornal no estilo da época. Eu fui incumbida de desenhar a charge e de cantar. Ainda não decidimos qual será a música, mas na minha cabeça e na cabeça da Asuka, as melhores seriam Rita e Construção, ambas de Chico Buarque.

Uma Noite em 67 é um trabalho que eu, particularmente, estou ansiosa para fazer, mas ao mesmo tempo vivo esquecendo. Afinal, faltam apenas dois meses para o ano, e tudo que estou preocupada, praticamente, é no pouco tempo que tenho para falar com meus amigos e amigas, visto que mudarei de colégio, depois de três anos nesse. Está valendo que basicamente toda a culpa está no tal colégio, e em boa parte das pessoas que nele estudam. De jeito nenhum digo que é um colégio ruim, ou de todo 'desfuncional', mas é um sistema que não dá certo pra mim. É um dos melhores colégios dos arredores, eu não posso mentir, mas simplesmente não funciona.

De qualquer forma, eu vim falar do trabalho, não de minha vida pessoal. Apesar de eu ADORAR falar mal do colégio onde estudo.

Eu só sei que eu estou ansiosa para o dia, e assim que a música que cantarei for decidida, testarei se consigo aprendê-la no piano, para somar uns 'pontos extras', e conseguir tocá-la e cantá-la perfeitamente. Admito que estou um tanto nervosa. Não sei como será. Da última vez que um evento desse aconteceu, o diretor agrediu verbalmente algumas alunas. Espero que não aconteça algo desse tipo por lá novamente. Eu tive sorte de sair momentos antes do ocorrido. E sinceramente, espero que a música escolhida seja 'Construção'. Eu só cheguei a conhecê-la há uma semana atrás, por causa do Decatlo Linguístico, mas uma vez que a escutei, viciei. Estou quase, completamente, decorando-a, tal como fiz com Primadonna, de Marina and the Diamonds.

Quanto a charge...
Me encontro completamente sem ideias. Não sei o que fazer. Eu tenho que pensar em alguma coisa, por mais que eu tenha mais de quatro semanas para fazê-lo. Tenho que ter ideias. Preciso.

Bem, foi isso então. Espero que não tenha sido incômodo.

~J.L Katlass

domingo, 20 de julho de 2014

O Som de um Piano

O que é este som que ouço?
Daqui, deste interno calabouço?
Seria algo assim?
Tocado por teclas de marfim?
.
O que ouço é uma marcha,
Uma melodia orquestrada.
Ouço um piano, forte como uma mancha,
E ao mesmo tempo tão suave quanto uma doce caramelada.
.
Sons finos, sons graves,
Fazem com que eu trave,
Fazem com que eu imagine coisas,
Coisas que me agradem.
.
Me deixa mais calma,
Me deixa menos ansiosa,
Consigo assim lembrar,
Da minha pessoa preciosa.
.
Lembro-me da angústia que sinto,
Quando alguém não consigo ajudar.
Lembro de minha vontade de chorar.
Lembro de minha vontade de me cortar.
.
É uma digna mistura de sentimentos,
Tantas memórias, tantos acontecimentos,
Parece até que dançam pelo vento,
Me distraio apenas vendo.
.
A sensação que te dá,
Naquelas teclas tocar,
As vezes me fazem delirar,
Mas o prazer de ouvir..
.

É simplesmente algo que eu não posso recusar.

Entredentes.

Essa dor,
Tão incessante.
Tão agonizante.
Faz-me chorar e me perder em pensamentos.
Faz-me lembrar das coisas que me fazem gritar entredentes.
.
Tudo é uma questão de minha mente,
Que se enrola com coisas dementes,
Criando alucinações
E coisas que me fazem gritar entredentes.
.
Sinto minhas lágrimas caírem,
Formando um percurso reto em minhas bochechas,
Deixando minha tristeza eminente,
Coisas que me fazem gritar entredentes.
.
Logo elas secam
E minha pele fica com uma sensação estranha.
Logo abro um sorriso alegremente
E me esqueço das coisas que me fazem gritar entredentes.
.
Se perceberes bem,
Estou quase sempre sorrindo,
Quase sempre me abrindo, quase regularmente
Deixando com que outros saibam as coisas que me fazem gritar entredentes.
.
Preferi tentar ser feliz.
Preferi parar de chorar no canto dos lugares.
Preferi desistir de tudo que me era ruim.
Desistir das coisas que me fazem gritar entredentes.



Memórias Congelantes

Capítulo 1: Prólogo

“Branco. Tudo branco, com uns detalhes em azul cristalino, combinados com um sufocante e incessante frio. A Terra chora, sofre, grita. Está congelada.
Mas assim é perfeito. É o mundo dela. É o mundo da Deusa do Inverno.  Tirana, infantil, invejosa e curiosa; é como se uma criança mimada assumisse o trono de um reino inteiro. Ninguém ousa desafiá-la, e se ousasse, nunca mais se ouviria seu nome. Nunca mais se encontraria o seu corpo. Nunca mais seria lembrado.
Frio é o nome dela, combinando com tudo que se passava por três longos séculos.
Não era assim antes. Ah, de jeito nenhum que era.
Afinal, no início, havia mais cinco deuses.
Os dois supremos se chamavam Loyan e Mayan, deuses do dia e da noite. Marido e mulher. E seus filhos, do primogênito a última, eram os deuses do verão, do inverno, do outono e da primavera. Seus nomes, conhecidos por entre todas as regiões e continentes do mundo, eram Liad, Frio, Mirante e Kirla.
Liad, o único filho homem, de uma coragem e amor profundos.
Frio, a primeira filha, de uma curiosidade e criatividade imensas.
Mirante, a penúltima, de bravura e perseverança eternas.
Kirla, a caçula, de gentileza e carinho sem fim.
Ah, o mundo era bom. Era perfeito.
Mas a perfeição se desfez por causa da inveja de uma criança. Por causa do coração impuro e mal que se desenvolveu na deusa do inverno, a segunda mais velha. Por tantos milênios, tantos séculos passados sem que lhe fosse dada grande importância, tanto tempo em que passou presa em seu próprio pensamento, um sentimento de revolta crescia em sua alma.
Todos tinham sua importância, claro, mas Frio se recusava a ver a sua. Mesmo que sua mãe lhe confortasse e com sua irmã caçula brincasse, nada a satisfazia. Queria o trono. Precisava dele. Queria que a atenção de tudo e de todos fosse sua, que tudo que existisse lhe pertencesse, e não apenas dois polos de neve num mundo enorme.
Um a um, matou quem pudesse lhe dedurar. Um a um, congelou-os sem pensar. E num momento em que seus poderes engrandeceram, num momento em que tudo estava por uma fina camada de gelo, uma grande avalanche perseguiu e matou a quase todos. Mirante e Kirla puderam sobreviver, mas nenhuma fazia ideia do que estava acontecendo. Tinham consciência de que aquilo poderia ser obra de sua irmã, mas recusavam-se a acreditar nisso.
Mas puderam ter certeza de tudo ao virarem-se para trás e virem, flutuando, a deusa do inverno. Com um sorriso maligno e branco estampado em seu rosto, com as cabeças congeladas de seus pais e de seu irmão mais velho em suas mãos.
Mirante, sem conter sua raiva, obviamente foi para cima, forçando Frio a jogar as cabeças num lugar qualquer e lutar com ela, deixando Kirla, a mais inocente, sozinha naquele pesadelo gelado em que se encontrava. Ela tremia, sentia frio, estava praticamente paralisada no mesmo lugar. Caiu de joelhos e passou a gritar, mesmo sem muita voz. Pôs as duas mãos em seus olhos, se dizendo que tudo não passava de uma ilusão, de um sonho ruim.
Mas, depois de uns curtos minutos, pôde ouvir alguém se aproximar. Era um barulho de passos, obviamente, mas eram passos tão suaves que mais pareciam estar a flutuar.  Olhou para cima, retirando as mãos que lhe fizeram de venda.
Não se sabe o que houve com Kirla, muito menos o que foi feito de Mirante. Só se sabe que a Deusa do Inverno venceu esta batalha. E até hoje, depois de três séculos, ainda se encontra em seu auge.”
-...Todos os pergaminhos dizem a mesma história. Mas têm detalhes diferentes... – Disse a cavaleira, fechando o pergaminho que tinha em mãos.
-Sim, senhorita, mas este é o mais recente.  Foi escrito por alguém da Cidade do Norte, inclusive! – Disse o vendedor, tentando convencê-la a levar o artefato para si.
-Da Cidade do Norte, huh?
-Floretta! -
-Hm?
-A r-rainha está te chamando.. – Disse o pequeno mensageiro, Menphis. Uma criança ainda.
Floretta devolveu o pergaminho ao vendedor, e calmamente andou ao lado da criança até onde a monarca se encontrava. Não foi uma caminhada muito longa. Somente uma meia hora foi o necessário. Já conseguia avistar o palácio. Continuou andando, mesmo que seu nome fosse clamado pela população de Soultinder. Afinal, ela era a mais forte cavaleira dali. Sempre acompanhada de sua montante lendária, Morkch.
-Ah, é aqui que me despeço, Floretta!
-Até mais, Menphis. Não vá se meter em encrencas, tudo bem?
Floretta também era conhecida por sua simpatia com crianças. Suspirou de leve e entrou no palácio. Recebendo cumprimentos e reverências de seus subordinados cavaleiros e soldados, mas não chegou a responder todos. Não conseguiria com aquele tanto de gente. Caminhou e caminhou, até finalmente chegar até a sala do trono. As grandes portas se abriram para a cavaleira ruiva, que sem demoras adentrou e se ajoelhou em frente a mulher que possuía uma coroa.
-Tenho uma nova missão para você, Floretta, minha cavaleira rosada. – Disse a rainha, com voz suave. – Entregue isto na cidade do norte. – Olhou para um dos guardas ali presentes, que possuía uma pequena caixa em mãos.
Floretta levantou a cabeça para saber o que seria, e viu o guarda se aproximando. Pegou o objeto em mãos logo em seguida e voltou a olhar para baixo.
-Posso saber o que se encontra por dentro da caixa, minha rainha?
-Cartas, Floretta. Documentos e afins. Precisam ser entregues rapidamente ao rei da Cidade do Norte.
-Será uma jornada bem difícil, majestade. A senhora sabe como a viagem para lá é...E como as pessoas de lá são.
-Eu sei, minha jovem. Mas eu confio em você. Tenho certeza que não falhará comigo.
-Sim, majestade.
-Pode se retirar.
A cavaleira se levantou e virou-se de costas, começando a andar novamente, em direção do seu próprio lar. Estava, de fato, deveras curiosa para abrir a tal caixa e ver se o que a rainha disse era verdade. Que eram apenas cartas e documentos. Afinal, já foi vítima de suas mentiras mais uma vez. Não por sua vontade, claro. Era obrigada a obedecê-la, pois era a única forma que tinha de sustentar sua família. Especialmente sua mãe, tão doente.
Partiria pela manhã.
Não demorou tanto para anoitecer. Apesar de o dia ser praticamente tão escuro quanto. Esse céu permanentemente nublado não ajudava tanto a distinguir um do outro. Antes de sair do palácio, foi até o estábulo, ver como sua égua estava. Brisa foi o nome que deu à ela. Tirou-a dali e foi com ela até em casa. Assim a caminhada não a cansaria muito e deixaria seu irmão brincar com Brisa.
-Mãe, pai, estou em casa.
-Floretta, Floretta, olha o que desenhei! – Disse a criança, seu irmão menor, com o mesmo nome do antigo deus do verão.
-Ah, que bonito, Liad. O que é?
- É a Brisa!
- Ela está simplesmente fabulosa, Liad. – Bagunçou um pouco os cabelos castanhos do menino, sem se importar com a careta que ele fez. 
Logo se dirigiu ao quarto de sua mãe, e ajoelhou-se ao lado da cama em que ela estava deitada.
-Mamãe? Está acordada?
-Sim, querida. Como você está?
-Estou bem, obrigada. Eu só vim avisar que eu vou em outra missão amanhã.
-Outra? Já é a 15ª dessa semana, Floretta!
-Eu sei, mamãe, mas eu não posso contestar a rainha, posso?
-Essa rainha, viu? Parece mais com a Frio do que com uma humana normal.
-Shh, mamãe. Não fale o nome dela. Sabes que ela escuta tudo.
-Eu sei, querida, eu sei. Mas eu já estou velha, não tenho que me preocupar muito com isso.
-Não fale assim.
-Quando você vai partir?
-Amanhã de manhã. Preciso ir à Cidade do Norte para entregar isso.
-À Cidade do Norte?
-Sim.
A mãe de Floretta fez uma careta.
-Eu sei que é perigoso, mas eu tenho Morkch comigo. Eu treinei para isso, mamãe.
-Tome cuidado...Você é a única que tenho..
-Liad e o papai cuidarão bem da senhora, mamãe. Não se preocupe.
Dito isso, a conversa foi encerrada. Floretta fez os preparativos para sua partida na manhã seguinte, sem saber quantos dias levaria, ao certo, para chegar ao seu destino. A Cidade do Norte era grande e seus arredores eram repletos de lugares perigosos. Especialmente o Labirinto de Espinhos. Aquilo sim seria difícil de se atravessar. Mas bem, não era bom pensar nisso agora, certo?
-Certo..
Pouco a pouco, tudo foi se encontrando, tudo foi se resolvendo, e em questão de horas tudo o que Floretta precisava estava devidamente separado. Então, tal como o resto de sua família, dirigiu-se a seus aposentos e dormiu.
De manhã, estranhamente foi a última a acordar. Levantou-se e vestiu-se adequadamente, com sua armadura e roupas de frio, saindo de dentro do quarto em seguida. Alimentou-se e foi para fora da casa, indo em direção a Brisa. Não gostava de despedidas. Suspirou e se desejou sorte, e assim cavalgou até a fronteira da cidade. Por onde passava, as pessoas que estavam acordadas lhe desejavam boa sorte e a aclamavam, desejando mais uma vitória. Mas Floretta sabia que não seria nem um pouquinho fácil.
E tinha um pressentimento estranho, também...

O que será que lhe aguarda na Cidade do Norte?

sábado, 28 de junho de 2014

Do Que Adianta?

Existem razões para que eu não queira falar.
Não entendo porque me forço a sorrir se quero chorar.
Eu tento ajudar, mas não parece adiantar.
Do que adianta eu viva estar?

terça-feira, 10 de junho de 2014

#Helpsuipa!





Era só o que estava nos faltando, né?



PUTA MERDA VÉI. Qual é o probleminha que tem na cabeça da nossa "querida" presidente, Dilma Rouseff, hm? QUAL A PORRA DA DOENÇA CRÔNICA QUE O CÉREBRO DELA DESENVOLVEU? Ah, só pq são cachorros,gatos,cavalos..Animais em geral, não significa que eles não tenham uma vida? Não significa que eles não tenham direitos? Não significa que eles também não sofram? Puta merda, como é que alguém tem sequer a coragem disso? Pra ganhar dinheiro? PUTA MERDA, JÁ NÃO BASTA O ATOLO DE DINHEIRO QUE ROUBAM DESSE POVO TODO,SANTO,ALIÁS,MALDITO DIA? JÁ NÃO BASTA TODA A MERDA QUE JÁ FIZERAM, QUE FAZEM; QUE AINDA VÃO FAZER CONOSCO? Já não basta a porra da presidente ser uma débil mental que sequer sabe cuidar do próprio rabo; quanto mais do rabo de todos os habitantes do país?  Meu Deus do céu, que coisa mais...ughh!



Por favor, se alguém chegar a ver esse meu compartilhamento, faça o mesmo! Espalhe a #helpsuipa! E na hora de votar, pensem bem. Pensem MUITO bem em quem votarão, pois a situação tem risco de ficar ainda pior. Pesquisem, compartilhem, lutem, saibam votar, não deixem que a corrupção vença (de novo!). Vamos, ao menos tentar, consertar esse país de uma vez por todas.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aqui Estou Eu.

Aqui estou eu,
Queimando num campo sem fogo,
Me afogando em algo mais profundo que água.

Aqui estou eu,
A cada dia deixando que algo me mate,
Deixando que meu corpo ganhe novas rachaduras.

Aqui estou eu,
Mentindo para mim mesma,
Me suicidando aos poucos.

Aqui estou eu,
Cercada de mentiras e de dor,
Presa dentro de meu escudo.

Aqui estou eu,
Sorrindo falsamente para quem amo,
Mesmo sabendo que não há importância nisso.

Aqui estou eu,
Deixando que lágrimas me consumam,
Deixando que me destruam.

Aqui estou eu,
Ainda assim disposta a matar e morrer,
Aqui estou eu...

Pra você.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

I'm there for you.

You know when you’re all alone in your home? Like…Completely alone?
You know the feeling of paranoia you have when you’re like this? Like you’re being observed for someone or something?
Having the feeling that a demon is right behind you…
Or having a feeling that you’re going to be murdered…
But nothing happens.
It’s almost like magic, I mean, there’s no way someone could enter your house at night. There is a high chance of safety and the doors are surely locked. But still, even though you know you’re safe, this feeling won’t stop showing up!
It’s even annoying! Who likes to get paranoid? Who likes to be scared?
But it’s okay. I promise that no one will ever make you feel like that again. So don’t worry. But don’t you dare forget about me…

I may be the one you’re scared of. 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Palavras


Que tal pararmos um momento?
Vejamos algo de grande.
Um tipo de monumento.
São elas as palavras,
O mais poderoso elemento.
.
São palavras que podem nos fazer sorrir,
São palavras que podem nos fazer chorar.
O estranho é que mesmo assim,
Elas têm capacidade de nos confortar
E de para um lugar melhor nos guiar.
.
Palavras tem o poder de nos levar a mundos novos,
De nos deixar levar pela imaginação infinita.
Tem o poder de encantar até os mais frios e invejosos,
Até criar apelidos como ‘denguita’.
.
Palavras são a razão de muitas lágrimas caírem pelos rostos tristes,
Palavras são a razão de muitas risadas escaparem das gargantas felizes.
Palavras são a razão de curarem cicatrizes.
Palavras são a razão de descobrir raízes.
.
Mas o que dizer então,
Sobre os que as usam em vão?
Ora, não há o que ser dito,

Pois o poder das palavras é infinito.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Projeto: Sanatório Azul.

Bem, pelo título já dá, mais ou menos, pra imaginar o que eu tô pretendendo, certo? Well, o que eu vim fazer aqui, exatamente?
Eu sei que não tenho lá, inúúúúúúúúmeros leitores, visualizações etc,etc, etc, viva todo mundo.

VAMOS AS COISITAS, PRA RESUMIR SASPOHA TODA.

O que bulhufas é "Sanatório Azul"?

Seria uma nova história minha que pretendo por um empenho dos karaleo pra fazer e, claro, postar no Nyah! Fanfiction. Tal como aqui também pq...Deu vontade. Anyway, explicando, como o próprio nome já diz, seria a história de um antigo sanatório, obviamente abandonado. Vamos aos personagens.
  *Não tenho a imagem de todos, muito menos as ideias de todos pq estou meio artbloqueada agora*

                                                                   Personagem #1:
Paciente nº 52, "Aqua".
Idade: Desconhecida.
Origem: Desconhecido.
Nível de Perigo: Desconhecido.

Personagem #2


Nome: Lora Amester
Idade: 23
Origem: California, EUA

Seria a protagonista da história. Uma youtuber do gênero "terror", encontra-se perdida entre muitos e muitos inscritos exigindo que ela fosse até o tal "Sanatório Azul" de sua cidade, onde crianças teriam ouvido barulhos e espalhado boatos de que os loucos que lá estavam ainda vivem por ali.

Mas bem, aqui está a tentativa de prólogo que escrevi:
"Estava tudo nublado. Nada parecia correr bem nesse dia. Os inscritos de Lora, em seu canal do youtube, pareciam diminuir a cada dia mais. Ela se dizia um canal de terror, mas fazia um bom tempo que nenhuma postagem interessante acontecia. Ao menos não na opinião de boa parte das pessoas pelas quais ela praticamente trabalhava toda semana.
Há um tempo também, pesquisava sobre algo. Existia, aliás, ainda existe, um sanatório antigo em sua cidade. Um tal de “Sanatório Azul”.
Pelo que sabia, o tal sanatório estava abandonado faziam pelo menos 15,20 anos. Não sabia ao certo, mas recentemente, de acordo com umas crianças que postam besteiras na internet, se formaram boatos de que ainda teriam uns doidos passeando livremente por lá, como se nada tivesse acontecido.
Lora estava sentada na poltrona de seu quarto, segurando um pequenino diário, aparentemente novo e cutucando um lápis que estava apoiado em uma de suas orelhas. Ela balançava a cabeça de um lado para o outro, pensando se deveria seguir os tais desafios que lhe propuseram; os mesmos inscritos. Ora...Lora não queria se arriscar a ir para lá, se eles queriam ver, eles que fossem! O problema é que Lora já era uma garota que morava sozinha, independente por assim dizer. Se sustentava pelo dinheiro que recebia pelo youtube.
Sim, um dia já foi um grande canal. Mas como antes foi dito, estava sem nada interessante nesses tempos que estavam se passando. A ruiva pensava calmamente:
“Vou ou não vou?”
Já estava ficando de noite. Já estava de tardezinha, aliás. Não lhe restava pouco tempo. Pensou por mais uns curtos minutos até, finalmente, dar um tapinha no seu joelho com a mão que antes cutucava o lápis e falar para si mesma:
-Quer saber? Vou logo nessa merda. Vai que isso me dá dinheiro.
Pegou em mãos sua câmera, iria postar um último vídeo antes de tudo, avisando aos inscritos que iria para lá, como lhe foi pedido. Aliás, ordenado. Tratou de ligá-la e apontá-la para sua face, logo começando a falar.
-Olá queridos, sentiram minha falta? Sei que não. Mas bem, resolvi seguir, uma vez na vida, o que vocês me mandaram fazer. Adivinhem só? Hoje, esta noite, daqui a pouco...- Destacou as frases para que ficasse bem claro, apesar de, na realidade, ficar ridículo. – Irei àquele lugar, àquele sanatório. Felizes? Bem, eu estarei levando esse diário comigo, e toda noite que eu voltar, eu vou dizer o que passei por lá. Se encontrei alguém, se era uma lorota completa. Mas vai ser só a gravação. Minha câmera não tem tanta bateria. – Fez uma careta. – Mas bem...Vamos lá, né?
Feito isso, desligou a câmera e rapidamente postou o vídeo.  Preparou uma mochila qualquer, com comida,água, algumas poucas baterias para a lanterna que levaria em mãos e por último, um gravador.
Preparou-se, também, de maneira física. Um gorro de cor preta, botas da mesma cor, um moletom vermelho-escuro, calças jeans, tal como um prendedor de cabelo caso chegasse a precisar, apesar de duvidar. Estava um frio do caramba naquela noite.
-Desejem-me sorte. – Disse ela, fazendo a primeira gravação.
Assim, trancou sua casa e escondeu a chave no ponto mais profundo da mochila, embaixo de todos os outros objetos inclusos na mesma, e desceu os nove andares que precisava descer, sem demorar para chegar até a portaria. Como sempre, ali estava cheio. Toda semana tinha alguma comemoração inútil de seus vizinhos bestas, que sempre a julgaram pela sua aparência. Achavam que ela era satanista ou algo do tipo, mas só por causa de sua aparência gótica. Mas não era algo que importasse.
Suspirou assim que pisou na calçada molhada,e, por fim, pôs-se a andar em direção à construção. Pegou um táxi e pediu para que o motorista a deixasse por ali perto. Claro, teve um belo de um engarrafamento para impedir que tudo acontecesse conforme o planejado, mas conseguiram chegar lá, digamos, a tempo. Queria chegar lá antes das 19:00, e conseguiu.
Mas bem, chega de besteiras.
Lora caminhou um pouco mais, dois quilômetros ao exato, para chegar lá. De longe já podia vê-lo no horizonte, o sanatório. Estava todo destruído, apodrecido. Como é que alguém poderia viver ali? Observou um pouco mais antes de dar qualquer passo mais para perto, e viu que as possíveis entradas estavam bloqueadas. Ora bolas...Alguém haveria trancado? Não, deviam ser escombros que caíram durante o abandono do lugar ou algo do tipo. Não havia reparado nisso, mas enfim.
Desceu a ladeira que existia entre a rua e a construção, dando umas corridinhas leves, com certo cuidado para não cair de cara no chão. Logo chegou onde queria. Em frente ao Sanatório Azul.
-Ótimo. Acho que já dá pra eu começar a gravar...
Voltou a pegar o pequenino gravador que havia trazido e o ligou, prendendo-o ao moletom que estava usando.
-Pois é. Alguns podem não acreditar, mas eu realmente estou aqui, em frente ao Sanatório Azul. Agora eu vou procurar um jeito de entrar, já que a porta principal e as janelas por perto estão todas lacradas com escombros e madeiras.
A garota suspirou de novo e, finalmente, pôs-se a andar aleatoriamente, explorando com seus olhos cada canto que pudesse encontrar com a lanterna que tinha em mãos. O lugar era realmente escuro, mesmo para a noite que se seguia no momento.
-Olá? Alguém aí?
Sem respostas, mesmo que continuasse gritando e chamando por alguém, não havia respostas. Já começava a pensar que isso tudo era uma perda de tempo e que tinha vindo para este lugar sem propósito algum. Mas logo pôde escutar alguma coisa. Vinha mais de baixo, um barulho de água. Provavelmente teria sido só a chuva derrubando algum entulho que havia por lá, mas resolveu verificar de qualquer forma. A passos lentos e calmos, mas ao mesmo tempo alertas e prontos para correr a qualquer minuto, Lora foi se aproximando de onde havia ouvido o barulho. Encostou-se na parede que ali havia, escondendo-se caso houvesse algo, ou alguém.
Inclinou-se um pouquinho, para ver se achava alguma coisa. Mas era impossível ver qualquer merda sem a droga da lanterna, Inteligência rara. Lora bateu na própria cabeça, mas não com força, e preferiu ser bruta e apontar a lanterna para ali de uma vez.
Nada.
Óbvio que não havia nada. Essas histórias não passavam de mentiras. Mas tinha que fazer isso, precisava ter seus inscritos de volta – ou, melhor dizendo, seu dinheiro de volta.
-Que susto. – Ela se virou e pensou em continuar andando, mas foi impedida. Levou outro susto. Mas não por alguém, exatamente.
Era simplesmente um rato. Mas por que ele havia parado bem na sua frente? Quieto, sem sinais de medo....Que estranho. Lora se acocorou para observá-lo melhor e ver se conseguia assustá-lo.
-Xô. – Abanou as mãos para frente, tentando afastar o roedor dali.
Ele não se moveu.
-Ora...Xô,xô! – Ela disse, com um tom de voz mais firme, insinuando que bateria no rato se ele não o fizesse.
De novo, sem sequer um movimento por parte do animal.
Lora franziu as sobrancelhas e já ia se levantar para ir embora, mas logo foi surpreendida. Dessa vez por uma voz.
-Quem é você?"

Eu sei que ninguém vai ler isso mas..Yeah.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Entre Danças e Batalhas

 Já estava próximo do carnaval, relativamente falando. Era questão de meses para que os grandes dias de festa começassem. E , obviamente, Regiclaudia morria de alegria por isso.
 O amor que a mulher sentia pela festança era indiscutível e incontestável, mas havia uma única pessoa que era capaz de brigar com Regiclaudia, e essa mesma pessoa era seu marido, Shirleido.
  Inúmeras vezes o casal se enfrentou por causa do assunto, sempre tendo Shirleido como vencedor. Mas claro, Regiclaudia não aceitava tal coisa. Vivia inconformada com a forte opinião alheia.
  Tão inconformada a ponto de, escondida do marido, entrar em uma escola de samba local, sempre disfarçando ao máximo as suas saídas, dizendo que trabalharia nesse dia.
  Mas Shirleido não era idiota. Há muito tempo que o homem suspeitava de sua esposa, estranhando o tempo de suas saídas. Obviamente achou que fosse uma traição, e, tratando de ser discreto, seguiu-a em um desses dias.
  Não esperava, porém, que ela estivesse num lugar daqueles, preparadíssima para a festa. Irado, Shirleido saiu de seu esconderijo, assustando aos dançarinos e a sua esposa.
  Com os dentes rangendo, o homem gritou com a esposa com a maior força que suas cordas vocais podiam fazer, e, estando próximo de um afiado estandarte, pegou-o, perfurando o crânio da esposa.
  Ainda mais, moveu o estandarte e rasgou os ligamentos que uniam o pescoço da mulher à sua cabeça, e, como resultado, a mesma se desgrudou do corpo da mulher.
  Todos os presentes fugiram desesperados e assustados, menos, é claro, Shirleido, que ria insanamente sobre o cadáver de Regiclaudia.


(Trollpasta de Carnaval atrasada -w-)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Me Descrevendo.

Quem sou eu? Ora, sou alguém que se importa, que é ignorado, alguém criativo, alguém bloqueado. De alma russa e corpo brasileiro, de mente aberta e olhos fechados. De “baixisse” e “bochechisse” extrema, cabelos ondulados e esvoaçados, nunca chegando a ficar em ordem.
Creio ser magra, creio ser boa, mas às vezes me preocupo à toa. Sou como poesia, seja ela boa ou ruim, sou como um gato sempre tendo a preguiça para dominar a mim. Sou agressiva, criatura mordedora, que tanto gosta da fofura quando da amargura.
Que tem um gosto macabro, um fraco por torturas, mas que também ama certa loucura.
Quem sou eu?

Sou Jackie Makara Loretto.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ruídos.

Durante um nevoeiro repentino, um garotinho se perdeu.
Ele estava numa floresta, na verdade bastante escura,
Um lugar pra chamar de seu.
.
Nunca antes havia se perdido,
Mas o lugar em que se encontrava era desconhecido
Nunca antes havia vindo.
.
Por alguma coincidência, ouviu certo ruído
Vindo do outro lado dos matos
Resolveu segui-lo, confiando no seu ouvido.
.
Pisou em todo tipo de coisas nojentas,
Mas nunca deixava de correr
Sempre escutando um ruído, ao menos o que parecia ser.
.
Acabou por encontrar uma velha casinha,
Encardida e sujinha,
Com, sabe-se lá por que, algumas moedinhas.
.
O menino era muito pobre,
Mesmo sem ser ladrão, ficou tentado,
Acabou por pegar de moedinhas um bocado.
.
Não deixou de ouvir o ruído aliás.
Parecia mais alto que antes
Mas foi aí que o menino olhou pra trás.


End.