sábado, 24 de agosto de 2013

One more shit ~w~

-Nyeeeeh! Eu não vou comer isso! – Disse o moreno, observando um enorme prato de verduras.
-Você parece uma criança desse jeito. São só algumas cenouras e algumas folhas. – Alexei, respondeu, fazendo uma careta.
-Eu não vou comer isso. – Ele virou o rosto, com os olhos fechados e braços cruzados. Tossiu em seguida.
Sim, Satoru estava doente. Essas eram as comidas que o médico mandou que ele comesse, mas ele sempre se recusava. Já era a quinta vez que Alexei tentava alimentá-lo devidamente nesse dia.
-Argh, vamos,Satoru, você precisa comer! – Tentou aproximar o garfo dos lábios dele.
-Não! – Ele se afastou e encostou o rosto no colchão.
O maior suspirou, sem saber o que fazer. Observou-o por alguns momentos e se levantou, guardando o prato ainda cheio na geladeira para não estragar. Não sabia que ser marido de alguém doente era tão difícil.
Até que teve uma ideia. Poderia suborná-lo com os novos jogos de Zelda. Observou-o de novo, maliciosamente e pegou as chaves do carro encima da mesa.
-Aonde vai? – O doente perguntou.
-Vou comprar algumas coisas. – Abriu a porta. – E nem ouse sair dessa cama, moço.
-Tá, ta. – Ele fez uma careta e abanou uma das mãos, ligando a televisão em seguida.
O maior saiu para o Shopping e foi direto para uma das livrarias locais, para ver se os jogos novos de Zelda tinham chegado. Procurou,procurou e procurou.
Nada.
Ah, que frustração ele sentiu. Mas ainda tinham mais duas para checar, então não perdeu a esperança. Andou como um relâmpago até a próxima e também não tinha lá. A mesma coisa com a última.
Suspirou e procurou por uma loja de jogos pelo shopping todo. Achou uma perto da saída. Entrando lá, viu todos os jogos de Zelda, menos os novos. Quase que tinha um ataque de raiva no meio da loja, mas conseguiu controlar seus nervos estressadinhos.
Saiu do shopping e pegou um mapa da cidade, procurando por todas as lojas de jogos por ali e foi em todas as que encontrou. Puxa vida, será que os jogos de Zelda tinham sido extintos? Descontou as frustrações num saco de pancadas de uma academia próxima, saindo depois de exatamente cinco segundos.
Ainda andou mais pelas ruas da cidade, pegando engarrafamentos filhos da mãe, só para achar um maldito jogo. Até que viu uma venda de garagem. Não teve coragem para checá-la até ver o dono da casa pegando uma pilha de jogos.
Já que não estava muito distante, ele pôde ler o nome de um dos jogos.
“The Legend of Zelda: Skyward Sword”
E um outro também:
“The Legend of Zelda: Majora’s Mask” – Que era o favorito de Satoru.
Ele se grudou na janela do carro, com os olhos brilhantes de esperança e logo parou o carro, sem se importar de ouvir buzinas ou receber multas depois. Andou como um relâmpago ainda maior do que antes e perguntou:

-QUANTO QUER PELOS ZELDAS?

O homem se assustou um pouco com Alexei chegando ali de repente e disse o seu preço.
-Aqui! Toma! – Ele agarrou os jogos depois de ver se eles estavam intactos e os levou para o carro.
Foi rápido para casa, já que já havia escurecido e aquela era a última maneira de subornar aquele menino. Subiu o elevador, e abriu a porta do apartamento, deparando-se com Satoru sorridente e um prato vazio. O mesmo que havia posto na geladeira.
-Eu comi aquela comida estúpida. – Ele fez biquinho. – Onde está minha recompensa?
Alexei fez uma careta bem feia.
-AAAAAARGH!
Satoru se assustou, achando que fez algo que não devia, e se afastou um pouco. Alexei notou isso.
-Não, Satoru, isso foi certo. A questão é que eu gastei dinheiro a toa.
-O que quer dizer?
-Eu ia te subornar com isso aqui. – Mostrou os jogos.
Satoru ficou com os olhos arregalados e brilhantes. Praticamente se teletransportou para lá e tomou os dois jogos das mãos do maior. Encolheu-se e o encarou de uma maneira estranha.
-Meus preciosos.......- Ele disse, acariciando os jogos.
-Uhh... – Alexei desviou o olhar, assustado com Satoru agora. Desde quando ele era o Smeagle?
-Meus preciosos magníficos... – Satoru roçou o rosto neles, sorrindo.
-E eu não ganho nada por ter comprado isso?

Satoru olhou para ele com os olhos semicerrados e sobrancelhas franzidas, formando um calo.
-Uh.. Tudo bem então. – O maior se decepcionou, ficando cabisbaixo e fazendo biquinho, mas se assustou ao cair no chão.
-Obrigadoo, Alexei!!!! – O menor agora roçava o seu rosto no dele, feliz da vida, abraçando-o com a maior força que tinha.
Ele realmente estava fazendo força, mas ele ficou feliz por ter gastado dinheiro nesse dia. Ele pensou em pegar a sua própria recompensa, acariciando as costas de Satoru e levantando sua camisa ao mesmo tempo, fazendo-o ter arrepios.
-Uh.. Que está fazendo, Alexei? Eu ainda estou doente, lembra?
-Eu não ligo. – Sentou-se com ele no seu colo e beijou-o, sem deixá-lo ter tempo para dizer coisa alguma.
O menor ainda tentou sair dos braços dele, mas com certeza não deu muito certo. Foi envolvido com mais força pelo maior, que mordiscava o pescoço dele de uma maneira sedutora.
O maior começou a brincar com o peitoral dele, deitando-o no chão, e passando a língua sob seu abdômen, começou a abaixar o short que ele usava.
O menor abafava até mesmo seus suspiros. Era difícil para ele trocar ansiedade extrema por excitação extrema, mas faria o possível para satisfazê-lo dessa vez. Afinal, ele merecia. Olhou para ele, de uma maneira que sabia que o seduzia, e pôs um dos dedos nos lábios.
-Não me provoca, Satoru... Eu vou acabar sendo violento.
Ele deu uma risadinha, levantando a camisa do maior até a metade da barriga, só para provocá-lo um pouco mais. De fato, deu certo. Ele abaixou logo uma das mãos e pôs-se a masturbar o moreno, para roubar-lhe gemidos e suspiros.
Até finalmente não agüentar mais e tirar suas próprias roupas, lubrificando a entrada dele rapidamente com uma loção ali perto e provocá-lo com três dedos dentro dele,fazendo-o se encolher esticar as pernas.
Ainda brincou um pouquinho mais com ele até posicionar-se direito e por apenas a glande nele, só pra ouvir ele reclamar. Bem ele nada disse, apenas olhou-o  com as sobrancelhas franzidas e as bochechas enormes e fofas coradas.
Antes de mais nada, acariciou seu rosto e abraçou seu corpo, dando a primeira estocada e recebendo o primeiro grito.
-Haah~ S-Se mova.. – Satoru disse, apertando os dedos nos ombros do maior, que obedeceu-o quase que imediatamente, fazendo-o gemer de novo.
Ele ia lentamente, porém com violência à cada estocada, querendo delirar de tudo que estava sentindo. Aquela excitação pulsante que envolvia seus corpos os deixava descontrolados, mesmo sendo apenas o começo de toda a ação.
As chamas acesas, queimando como não deviam, os corpos unidos, os suspiros,gemidos e as vezes até mesmo gritos, ecoavam pelas paredes laranja claro do apartamento. Fechavam os olhos e deixavam de pensar, apenas sentindo o amor carnal que tanto desejavam.
O membro de Satoru ficava muito necessitado toda vez, mas ele não se importava. Era uma coisa ser penetrado, mas uma completamente diferente fazer a penetração. Sem contar que ele gostava mais daquele jeito.
-T-Toque-me, AH, Alexei ~
Ele observou o menor e viu aquele rosto ,que antes era tão inocente, ansioso por mais ondas de prazer imenso pelo seu corpo todo. Respondeu ao seu pedido e começou a masturbá-lo novamente, na mesma velocidade das estocadas violentas, fazendo-o gemer como um louco.
O maior sentia que explodiria a qualquer momento, mas mesmo que acontecesse, ia continuar estocando-o, até o momento de ele mandar parar. De fato, depois de alguns segundos ele se derramou na entrada de Satoru, mas não parou.
 Pegou o menor nos braços, sem deixar de penetrá-lo, e deitou-se na cama com ele encima de seu corpo.  Cobriu-se, pois mesmo que seu corpo ardesse e suasse, uma hora ou outra o frio tomaria conta.
O menor se abraçou mais com o corpo do maior e o mordeu por pura reação, deixando uma pequena marca no seu tórax, e fazendo o maior soltar um leve gemido. O maior puxou o rosto fofo de Satoru e o beijou,e  por um não tão breve momento, pareceu estar voando nas nuvens.
 A velocidade das estocadas foi diminuindo, mesmo que eles não tenham percebido, e as suas bocas ficavam se encontrando e desencontrando continuamente, fazendo-os ficar cada vez mais próximos.
Até que finalmente, as chamas se acalmaram. Alexei saiu de dentro de Satoru, que já estava preenchido duplamente. Sentiu o abdômen sujo que agora possuía e nada mais pôde falar. Também, não havia mais nada a ser dito.
 Satoru levantou a parte de cima do corpo, olhando seriamente para seu marido. Deu um pequeno beijo, ficando corado em seguida e adormecendo em seu peito.
O maior deu uma risada e também caiu no sono, acariciando aquele à quem pertencia e amava.


The Fucking End.

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