sexta-feira, 2 de maio de 2014

Projeto: Sanatório Azul.

Bem, pelo título já dá, mais ou menos, pra imaginar o que eu tô pretendendo, certo? Well, o que eu vim fazer aqui, exatamente?
Eu sei que não tenho lá, inúúúúúúúúmeros leitores, visualizações etc,etc, etc, viva todo mundo.

VAMOS AS COISITAS, PRA RESUMIR SASPOHA TODA.

O que bulhufas é "Sanatório Azul"?

Seria uma nova história minha que pretendo por um empenho dos karaleo pra fazer e, claro, postar no Nyah! Fanfiction. Tal como aqui também pq...Deu vontade. Anyway, explicando, como o próprio nome já diz, seria a história de um antigo sanatório, obviamente abandonado. Vamos aos personagens.
  *Não tenho a imagem de todos, muito menos as ideias de todos pq estou meio artbloqueada agora*

                                                                   Personagem #1:
Paciente nº 52, "Aqua".
Idade: Desconhecida.
Origem: Desconhecido.
Nível de Perigo: Desconhecido.

Personagem #2


Nome: Lora Amester
Idade: 23
Origem: California, EUA

Seria a protagonista da história. Uma youtuber do gênero "terror", encontra-se perdida entre muitos e muitos inscritos exigindo que ela fosse até o tal "Sanatório Azul" de sua cidade, onde crianças teriam ouvido barulhos e espalhado boatos de que os loucos que lá estavam ainda vivem por ali.

Mas bem, aqui está a tentativa de prólogo que escrevi:
"Estava tudo nublado. Nada parecia correr bem nesse dia. Os inscritos de Lora, em seu canal do youtube, pareciam diminuir a cada dia mais. Ela se dizia um canal de terror, mas fazia um bom tempo que nenhuma postagem interessante acontecia. Ao menos não na opinião de boa parte das pessoas pelas quais ela praticamente trabalhava toda semana.
Há um tempo também, pesquisava sobre algo. Existia, aliás, ainda existe, um sanatório antigo em sua cidade. Um tal de “Sanatório Azul”.
Pelo que sabia, o tal sanatório estava abandonado faziam pelo menos 15,20 anos. Não sabia ao certo, mas recentemente, de acordo com umas crianças que postam besteiras na internet, se formaram boatos de que ainda teriam uns doidos passeando livremente por lá, como se nada tivesse acontecido.
Lora estava sentada na poltrona de seu quarto, segurando um pequenino diário, aparentemente novo e cutucando um lápis que estava apoiado em uma de suas orelhas. Ela balançava a cabeça de um lado para o outro, pensando se deveria seguir os tais desafios que lhe propuseram; os mesmos inscritos. Ora...Lora não queria se arriscar a ir para lá, se eles queriam ver, eles que fossem! O problema é que Lora já era uma garota que morava sozinha, independente por assim dizer. Se sustentava pelo dinheiro que recebia pelo youtube.
Sim, um dia já foi um grande canal. Mas como antes foi dito, estava sem nada interessante nesses tempos que estavam se passando. A ruiva pensava calmamente:
“Vou ou não vou?”
Já estava ficando de noite. Já estava de tardezinha, aliás. Não lhe restava pouco tempo. Pensou por mais uns curtos minutos até, finalmente, dar um tapinha no seu joelho com a mão que antes cutucava o lápis e falar para si mesma:
-Quer saber? Vou logo nessa merda. Vai que isso me dá dinheiro.
Pegou em mãos sua câmera, iria postar um último vídeo antes de tudo, avisando aos inscritos que iria para lá, como lhe foi pedido. Aliás, ordenado. Tratou de ligá-la e apontá-la para sua face, logo começando a falar.
-Olá queridos, sentiram minha falta? Sei que não. Mas bem, resolvi seguir, uma vez na vida, o que vocês me mandaram fazer. Adivinhem só? Hoje, esta noite, daqui a pouco...- Destacou as frases para que ficasse bem claro, apesar de, na realidade, ficar ridículo. – Irei àquele lugar, àquele sanatório. Felizes? Bem, eu estarei levando esse diário comigo, e toda noite que eu voltar, eu vou dizer o que passei por lá. Se encontrei alguém, se era uma lorota completa. Mas vai ser só a gravação. Minha câmera não tem tanta bateria. – Fez uma careta. – Mas bem...Vamos lá, né?
Feito isso, desligou a câmera e rapidamente postou o vídeo.  Preparou uma mochila qualquer, com comida,água, algumas poucas baterias para a lanterna que levaria em mãos e por último, um gravador.
Preparou-se, também, de maneira física. Um gorro de cor preta, botas da mesma cor, um moletom vermelho-escuro, calças jeans, tal como um prendedor de cabelo caso chegasse a precisar, apesar de duvidar. Estava um frio do caramba naquela noite.
-Desejem-me sorte. – Disse ela, fazendo a primeira gravação.
Assim, trancou sua casa e escondeu a chave no ponto mais profundo da mochila, embaixo de todos os outros objetos inclusos na mesma, e desceu os nove andares que precisava descer, sem demorar para chegar até a portaria. Como sempre, ali estava cheio. Toda semana tinha alguma comemoração inútil de seus vizinhos bestas, que sempre a julgaram pela sua aparência. Achavam que ela era satanista ou algo do tipo, mas só por causa de sua aparência gótica. Mas não era algo que importasse.
Suspirou assim que pisou na calçada molhada,e, por fim, pôs-se a andar em direção à construção. Pegou um táxi e pediu para que o motorista a deixasse por ali perto. Claro, teve um belo de um engarrafamento para impedir que tudo acontecesse conforme o planejado, mas conseguiram chegar lá, digamos, a tempo. Queria chegar lá antes das 19:00, e conseguiu.
Mas bem, chega de besteiras.
Lora caminhou um pouco mais, dois quilômetros ao exato, para chegar lá. De longe já podia vê-lo no horizonte, o sanatório. Estava todo destruído, apodrecido. Como é que alguém poderia viver ali? Observou um pouco mais antes de dar qualquer passo mais para perto, e viu que as possíveis entradas estavam bloqueadas. Ora bolas...Alguém haveria trancado? Não, deviam ser escombros que caíram durante o abandono do lugar ou algo do tipo. Não havia reparado nisso, mas enfim.
Desceu a ladeira que existia entre a rua e a construção, dando umas corridinhas leves, com certo cuidado para não cair de cara no chão. Logo chegou onde queria. Em frente ao Sanatório Azul.
-Ótimo. Acho que já dá pra eu começar a gravar...
Voltou a pegar o pequenino gravador que havia trazido e o ligou, prendendo-o ao moletom que estava usando.
-Pois é. Alguns podem não acreditar, mas eu realmente estou aqui, em frente ao Sanatório Azul. Agora eu vou procurar um jeito de entrar, já que a porta principal e as janelas por perto estão todas lacradas com escombros e madeiras.
A garota suspirou de novo e, finalmente, pôs-se a andar aleatoriamente, explorando com seus olhos cada canto que pudesse encontrar com a lanterna que tinha em mãos. O lugar era realmente escuro, mesmo para a noite que se seguia no momento.
-Olá? Alguém aí?
Sem respostas, mesmo que continuasse gritando e chamando por alguém, não havia respostas. Já começava a pensar que isso tudo era uma perda de tempo e que tinha vindo para este lugar sem propósito algum. Mas logo pôde escutar alguma coisa. Vinha mais de baixo, um barulho de água. Provavelmente teria sido só a chuva derrubando algum entulho que havia por lá, mas resolveu verificar de qualquer forma. A passos lentos e calmos, mas ao mesmo tempo alertas e prontos para correr a qualquer minuto, Lora foi se aproximando de onde havia ouvido o barulho. Encostou-se na parede que ali havia, escondendo-se caso houvesse algo, ou alguém.
Inclinou-se um pouquinho, para ver se achava alguma coisa. Mas era impossível ver qualquer merda sem a droga da lanterna, Inteligência rara. Lora bateu na própria cabeça, mas não com força, e preferiu ser bruta e apontar a lanterna para ali de uma vez.
Nada.
Óbvio que não havia nada. Essas histórias não passavam de mentiras. Mas tinha que fazer isso, precisava ter seus inscritos de volta – ou, melhor dizendo, seu dinheiro de volta.
-Que susto. – Ela se virou e pensou em continuar andando, mas foi impedida. Levou outro susto. Mas não por alguém, exatamente.
Era simplesmente um rato. Mas por que ele havia parado bem na sua frente? Quieto, sem sinais de medo....Que estranho. Lora se acocorou para observá-lo melhor e ver se conseguia assustá-lo.
-Xô. – Abanou as mãos para frente, tentando afastar o roedor dali.
Ele não se moveu.
-Ora...Xô,xô! – Ela disse, com um tom de voz mais firme, insinuando que bateria no rato se ele não o fizesse.
De novo, sem sequer um movimento por parte do animal.
Lora franziu as sobrancelhas e já ia se levantar para ir embora, mas logo foi surpreendida. Dessa vez por uma voz.
-Quem é você?"

Eu sei que ninguém vai ler isso mas..Yeah.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Entre Danças e Batalhas

 Já estava próximo do carnaval, relativamente falando. Era questão de meses para que os grandes dias de festa começassem. E , obviamente, Regiclaudia morria de alegria por isso.
 O amor que a mulher sentia pela festança era indiscutível e incontestável, mas havia uma única pessoa que era capaz de brigar com Regiclaudia, e essa mesma pessoa era seu marido, Shirleido.
  Inúmeras vezes o casal se enfrentou por causa do assunto, sempre tendo Shirleido como vencedor. Mas claro, Regiclaudia não aceitava tal coisa. Vivia inconformada com a forte opinião alheia.
  Tão inconformada a ponto de, escondida do marido, entrar em uma escola de samba local, sempre disfarçando ao máximo as suas saídas, dizendo que trabalharia nesse dia.
  Mas Shirleido não era idiota. Há muito tempo que o homem suspeitava de sua esposa, estranhando o tempo de suas saídas. Obviamente achou que fosse uma traição, e, tratando de ser discreto, seguiu-a em um desses dias.
  Não esperava, porém, que ela estivesse num lugar daqueles, preparadíssima para a festa. Irado, Shirleido saiu de seu esconderijo, assustando aos dançarinos e a sua esposa.
  Com os dentes rangendo, o homem gritou com a esposa com a maior força que suas cordas vocais podiam fazer, e, estando próximo de um afiado estandarte, pegou-o, perfurando o crânio da esposa.
  Ainda mais, moveu o estandarte e rasgou os ligamentos que uniam o pescoço da mulher à sua cabeça, e, como resultado, a mesma se desgrudou do corpo da mulher.
  Todos os presentes fugiram desesperados e assustados, menos, é claro, Shirleido, que ria insanamente sobre o cadáver de Regiclaudia.


(Trollpasta de Carnaval atrasada -w-)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Me Descrevendo.

Quem sou eu? Ora, sou alguém que se importa, que é ignorado, alguém criativo, alguém bloqueado. De alma russa e corpo brasileiro, de mente aberta e olhos fechados. De “baixisse” e “bochechisse” extrema, cabelos ondulados e esvoaçados, nunca chegando a ficar em ordem.
Creio ser magra, creio ser boa, mas às vezes me preocupo à toa. Sou como poesia, seja ela boa ou ruim, sou como um gato sempre tendo a preguiça para dominar a mim. Sou agressiva, criatura mordedora, que tanto gosta da fofura quando da amargura.
Que tem um gosto macabro, um fraco por torturas, mas que também ama certa loucura.
Quem sou eu?

Sou Jackie Makara Loretto.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ruídos.

Durante um nevoeiro repentino, um garotinho se perdeu.
Ele estava numa floresta, na verdade bastante escura,
Um lugar pra chamar de seu.
.
Nunca antes havia se perdido,
Mas o lugar em que se encontrava era desconhecido
Nunca antes havia vindo.
.
Por alguma coincidência, ouviu certo ruído
Vindo do outro lado dos matos
Resolveu segui-lo, confiando no seu ouvido.
.
Pisou em todo tipo de coisas nojentas,
Mas nunca deixava de correr
Sempre escutando um ruído, ao menos o que parecia ser.
.
Acabou por encontrar uma velha casinha,
Encardida e sujinha,
Com, sabe-se lá por que, algumas moedinhas.
.
O menino era muito pobre,
Mesmo sem ser ladrão, ficou tentado,
Acabou por pegar de moedinhas um bocado.
.
Não deixou de ouvir o ruído aliás.
Parecia mais alto que antes
Mas foi aí que o menino olhou pra trás.


End.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A Caixinha de Música

Numa fria tarde de inverno, há alguns anos de hoje, existia uma família chamada Alistair. Os Alistair eram muito pobres, e quase todo ano eles comemoravam o Natal assim: Sem comida, convidados, presentes ou até mesmo alegria.
Especialmente para a pequenina Emilly, a filha do casal. Ela não era lá uma criança calma, e seu pai também não era lá boa pessoa. O pai era um bêbado e a pequena Emilly era simplesmente a criança mais egoísta de todo o bairro. Havia sua mãe também, e esta era a única que se salvava dessa família maldita. Ela era muito, mas muito gentil.
Algumas outras crianças, por dizer, suas inimigas, para zoarem com sua cara, de vez em quando botavam carvão ao redor de sua pequenina, quase sem nada, casa, enfeitando-a com papel higiênico e pixações também.
Também haviam os drogados, sempre usando a trás da casa como esconderijo para suas drogas, sabendo que nenhuma das pessoas ali vivendo se importava, ou sequer os denunciava. Eles também não tinham um telefone, de que adiantaria?
Bem, de qualquer forma, neste ano específico, Emilly foi uma boa criança, ao menos aos olhos de sua gentil mãe.  Sem contar que há tempos a menina exigia um presente. A mãe, não tão hesitante em cumprir pelo menos esse desejo, procurou por alguma coisa que pudesse agradar sua pequenina filha.
Ela encontrou, em meio a destroços da casa queimada de um vizinho que recentemente falecera, uma caixinha de música. Era, realmente, uma bonita caixinha, quase sem nada manchando-a. Somente alguma poeira. Limpou a tal poeira restante, e procurou pela chave da mesma.
Por coincidência ou não, ela estava bem ao lado da prateada e delicada caixinha, esperando para ser pega, o que logo aconteceu.  Ela esperou que a noite de Natal chegasse, esperou com muita paciência. Seu marido, gastava tudo que tinha em bebidas, e Emilly continuava a pedir e a pedir, sem se importar com os ouvidos de seus pais.
Até que, finalmente, a noite chegara. Todas as famílias da vizinhança estavam reunidas para esta bela noite, onde presentes seriam distribuídos, sorrisos seriam vistos nos rostos das crianças, músicas natalinas seriam cantadas, e as igrejas comemorariam o nascimento daquele que chamavam de Jesus.
De qualquer forma, na modesta casa dos Alistair, a situação era a mesma. A mãe, de certo modo, conseguiu acalmar seu marido e sua filha para que, pela primeira vez, tivessem um Natal decente, alegre. Era tudo que a moça mais queria, tal como o primeiro sorriso de sua filha, desde que ficaram pobres daquela forma.
-Mamãe, mamãe ! – Exclamou a menina, ansiosa. – Onde estão meus presentes?
-Sim, querida, já vou pegá-lo. – Respondeu a moça mais velha.
A moça saiu andando em direção ao pequeniníssimo pinheiro que possuíam, avistando a caixinha que pegaria. Estranhamente, a chave estava bem afastada, e a caixinha, aberta. Não se lembrava de tê-la aberto. Devia ter sido seu curioso marido. Bom, como não estava tocando nem nada, fechou-a de volta e pegou a chave da mesma, pondo-a atrás de si para ser algo como uma surpresa.
-Aqui, filha. Espero que gostes.
-Me dá! – Exigiu a garota.
A mãe, com um sorriso gentil em seu rosto, pôs a caixinha nas mãos da menina, tal como a chave da mesma.
-O que é isto, mamãe? – Perguntou a menina, curiosa.
-Abra, filha.
A menina franziu as sobrancelhas e obedeceu à mãe, pegando a caixa em uma das mãos e a chave na outra. Logo, pôs o objeto menor dentro da fechadura da caixa e girou algumas vezes. Automaticamente, a caixa se abriu. Pop goes the weasel começou a tocar, num ritmo calmo, mas não lento, tal como uma pequenina e monocromática bailarina.
Emilly, apesar de ter achado a caixinha e a bonequinha dentro dela bonitinhas, não queria isso de presente. Queria, é claro, um brinquedo. Não algo que tocasse uma música de circo! E a bailarina sequer era colorida. Era preta e branca, tão sem graça!
-Eu não quero isso! – Disse a menina, jogando a caixa no chão. – Eu quero uma boneca que fala! – A mimada menina gritou mais com a mãe e dirigiu-se ao seu suposto quarto, tão pequeno quanto o cômodo que ali estavam.
A mãe, vendo a caixa no chão e relembrando dos gritos mimados da filha, entristeceu-se, ajoelhando-se e pegando a caixinha, ainda inteira, nas mãos. Incrivelmente, a caixinha não fechou e nem algo do tipo até que a música terminasse. A bailarina continuou girando normalmente, tal como a música ficou tocando da mesma forma, mesmo que tenham caído com força no chão.
O homem, irritado com o grito da filha e da incompetência da esposa, levantou-se e andou em direção à ela, com as sobrancelhas franzidas e os braços cruzados.
-Mulher inútil! – Gritou, chutando a face da mulher e espancando-a um pouco mais, como fazia todas as noites. – Não serve nem pra um Natal decente.
Depois de terminado o ato, o homem se dirigiu à cama que ali tinha, deitando-se e fechando seus olhos azul-marinhos para dormir, o que conseguiu em não muito tempo.
Sim, ele, mesmo depois de fazer tal ato com uma mulher que só queria a alegria da família, conseguia dormir tranqüilo, como se tudo não passasse de uma besteira. A mulher estava deitada em posição fetal, cheia de feridas e marcas roxas por todo o seu corpo. Ela tremia e chorava, tal como sentia certo sangue escorrer de uma de suas narinas.
Mais tarde, já que a moça não conseguia mais se levantar, mais ou menos às 00:00, em ponto, ela acordou. Se deparou com a caixinha assim que abriu seus olhos. Ela estava aberta, e tocando mais uma vez. Ué? Será que alguém a tinha acionado?
Com suas forças restantes, olhou de um lado e para o outro; ninguém. Emilly e seu marido continuavam em seus sonhos. A mulher, então, sentou-se com certa dificuldade, e ficou olhando para a bailarina que tão gentilmente girava, como se quisesse consolá-la.
A mulher ficou escutando a música até que esta terminasse, esperando que a caixinha fechasse. Mas não. A música, de fato, terminou e a bailarina parou de dançar. Mas a caixa não se fechou.
Ela estranhou e tentou fechá-la, abaixando sua tampa. Ela abriu mais uma vez. A mulher parou de tentar e ficou observando, com seus olhos curiosos.
Logo, a música começou a tocar mais uma vez, mas dessa vez, ela tinha certa letra. Aliás, fala. Era a bailarina.
-Não fique triste, moça. – Disse a bailarina.
-V-Você fala? – Disse a mulher.
-Sim, eu falo. E também vou livrar você de tanto tormento.
-Como assim?
-Só volte a dormir. – Respondeu a bonequinha.
-Posso ao menos saber seu nome, pequenina?
-Jackie. – Respondeu a boneca.
-Obrigada, Jackie. Boa noite. – A mulher estava, de fato, ainda muito cansada, então não hesitou em cumprir o que a boneca pediu.
Algumas horas depois, sentiu-se com um bom calor. Tipo, grande mesmo. E também sentiu algo iluminando seus olhos. Ao abri-los, viu que sua casa estava em chamas! Rapidamente se levantou, arfante, com cuidado para que seus pés descalços não tocassem nas ardentes chamas ao seu redor.
Estranhamente, essas mesmas chamas não a tocavam, ou sequer chegavam perto da mulher. Ela olhou ao redor, e em meio ao incêndio, pôde ver seu marido, começando a pegar fogo.
-AaAargh! – Ele gritava, sentindo aquela dor agonizante em toda a área de suas costas.
Quanto mais ele rolava pelo chão, mais parecia que as chamas aumentavam, e de fato, era isto que acontecia. A mulher correu até ele, com a esperança de poder apagar certa quantidade de fogo, mas não adiantou.
Assim que chegou perto do homem queimante, o fogo se espalhou mais, ocupando todo o corpo do mesmo, aumentando o volume de seus gritos desesperados, que logo cessaram. Mesmo depois que o homem morrera, as chamas continuaram, como se quisessem puni-lo por algo.
Mas logo a mulher se distraiu com mais gritos, mais finos, mais altos, vindos do quarto de sua filha Emilly. Ela tratou de correr até lá, desviando-se das chamas, esquecendo-se da existência do cadáver que ali havia, entrando sem demora no quarto da filha.
-Emilly!? – Chamou por ela, sem encontrá-la de primeira.
Ouviu, como resposta, um choro vindo de dentro do guarda-roupas velho de madeira que a filha possuía. Tentou abrir a porta do mesmo, mas estava trancada. Tentou mais uma vez, com mais força: sem resultado.
Os gritos aumentaram quando as chamas começaram a tocar no objeto de madeira, e se alastraram pelo mesmo, fazendo com que a mulher se afastasse do mesmo por alguns longos segundos, mas esta foi procurar alguma coisa para abrir as portas.
Quando achou um pedaço solto de madeira do piso, tratou de tentar usá-lo como um pé-de-cabra, fazendo força para que as portas se abrissem. Quando finalmente conseguiu, já não mais ouvia os gritos de sua filha. Ela estava preta de queimada. A pele, as roupas, os olhos, e todas as outras coisas por dentro do guarda-roupas estavam queimados daquela forma.
A mulher pôs as duas mãos na cabeça, desesperada, tentando tirar a criança dali, mas quando conseguiu, ela quebrou ao meio. Uma parte de seu corpo, as pernas especificamente, caíram no chão e boa parte delas viraram cinzas.
Depois, ela virou o restante do corpo da filha, tentando olhar para seu rosto, mas este também, estava irreconhecível, preto, sem expressão, também sem demorar para virar cinzas. As lágrimas rapidamente começaram a fugir dos olhos desesperados da mulher, que gritou tão desesperada quanto.
Logo, assim que confirmaram que o marido e a filha estavam realmente mortos, as chamas começaram a diminuir. Não apagar, só diminuir mesmo. Ela voltou para a sala a passos lentos, sem esperança, e observou a casa destruída, sem móveis, sem família, sem pinheiro de Natal...
E assim, as chamas apagaram.
A mulher ao longe pôde ouvir, a mesma música da presente que tentara dar para Emilly. Pop goes the weasel. Ela lentamente virou o rosto a medida que a música tocava. A caixinha estava lá. Intacta, somente com algumas manchas vermelhas, com a pequenina bailarina girando sem nada lhe afetar.
A mulher ficou com os olhos bem abertos, observando-a até dar o último giro.  A bailarina parou de frente para mulher e sorriu.

-De nada.


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Algo diferente.

Bem, como já diz o próprio título, a postagem de hoje será um pouco diferente :o3 Vou, meio que, conversar, mesmo sabendo que ninguém vai responder ^w^ Dizer como foi a minha semana e talz.

Well, começando.

Sexta-feira 13 passada, fui no cinema com a Asuka. Assistimos ao Hobbit. Sinceramente, eu adorei aquele filme, mesmo sem ser fã do Senhor dos Anéis e afins. Realmente gostei. Recomendo hardmente! Mas enfim, voltando ao assunto, ela veio com o pai dela me buscar aqui em casa, e de lá fomos direto pra um dos shoppings locais (que não vou falar o nome pq não quero fazer propaganda -w-), deixando-nos lá. Andamos por alguns minutos até a bilheteria, onde ela pagou os nossos ingressos. Acabamos por comprar ingressos pra versão em 3D sem querer >w< Que sorte :o3. Então nós subimos e nem precisamos esperar. Já adentramos na sala quando entregamos os ingressos para o rapaz. Achávamos que ia ser de 2:45 da tarde, mas na verdade, só faltavam dez minutos para que o filme começasse (A realidade é que começava uma hora antes, ou seja, 1:45 -w-). Aí ela ficou lá sentada enquanto eu fui comprar a pipoca. REFRIGERANTE DE 1 MALDITO LITRO. Era enorme ;^; mal coube na minha mão minúscula, e ela ainda bebeu isso quase todo sozinha! Ah, aproveitei e comprei um copinho do Hobbit pra ela também, presente de natal -w-. Depois de esperar que ela visse os créditos até o último minuto (literalmente) saímos da sala e fomos comprar docinhos, logo depois comprar os mangás que ela queria. Acabou que depois de uma meia hora, a mãe dela chegou, paramos num supermercado e depois levaram-me para minha própria casa :o3 Foi um dia bom e diferente pra mim, eu gostei <3.

Sábado - Fiz porcaria nenhuma -w- Ao menos não que eu me lembre :oP

Domingo, 15. Esse foi o (mais ou menos) melhor dia da semana -w- Eu e Asuka fomos ao evento novo (eu acho) chamado Fênix. Demoramos um pouco para ir, e também, quando chegamos, ocorreu ~la ironia -w- Eu tinha visto um rapaz de peruca branca, e, brincando, eu disse "Achei Gabriel" (é um amigo nosso que tem cabelos brancos forrealz), e depois que eu me virei, lá estava o próprio, andando na calçada. Ele não nos ouviu de primeira, mas depois conversamos um pouco e entramos no local. Bem, antes de mais nada pedi/mandei que ela me ajudasse a procurar minha moirail preferida (que não revelarei quem é apesar de ela saber), mas, sem sucesso, fomos ao camarim. Pra minha felicidade, encontrei-me com outra amiga minha, que também estava começando a pôr o seu cosplay.fem! Karkat Vantas, para ser exata. Conversamos enquanto nos trocávamos, já que eu também estava de preparar o meu próprio, Nepeta Leijon (simplesmente a mais perfeita troll fêmea *w*), e ela me emprestou o pancake pra variar -w- Eu tava tão pobre que sequer consegui achar tal coisa :oV Mas enfim, continuando, uma moça, creio eu que a dubladora da Bulma do DBZ, entrou lá junto com uma MuruMuru e nos pediu para terminar de se arrumar no outro camarim, que era o masculino. Cara, o rapaz que tava lá era simplesmente muito fofo *w* Não tava de cosplay nem nada, mas whatevz! Ele era emo! Que cara mais fooofooooo my Deus *Morre*. Depois disso, quando terminamos, um dos outros rapazes ali presentes tirou uma foto de mim e da minha amiga, fazendo a pose que os personagens fariam (Nepeta tentando agarrar Karkat já que ela ama ele -w-) e fomos para fora. Lá, encontramo-nos com o grupo de Homestuck e ficamos andando com eles. Comemos, voltamos e resolvemos andar por aí. Numa dessas andadas, eu e Asuka acabamos por encontrar a Amanda-chan *w* (desculpamaselaépreciosaentãofaloonomedelasimu3u) Meio que, a gente se encarou por uns 5 segundos pra checar se era a gente mesmo e depois nos abraçamos com ~la força do Hulk. Ficamos juntas até que eu e Asuka precisássemos ir embora. Foi triste TT^TT Eu até me casei e fui sequestrada XD Mas...No final de tudo, também foi um dia incompleto. Eu esperava minha moirail lá, mas a mãe dela não deixou ela ir de última hora. Ela ficou triste e eu fiquei triste por não ter ficado do lado dela quando ela precisou de mim :o( Mas, voltando,  depois disso fomos para a casa da avó de Asuka onde jantamos e depois eles me deixaram na minha própria casa novamente -w- Foi um dia bom :o3

Segunda - Pra resumir, fiquei depressiva o dia todo.

Terça - Tive prova de geografia, joguei The Last of Us de novo e vi mais um comentário e favorito na minha história do Nyah! Fanfiction *w* Até agora só isso -w-

Mas bem, foi isso :o3 Espero que essa postagem meio diferente não tenha incomodado muito >w< Sayooonara and kisses :o*

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

My Mind Is Killing Me

                                                        "What is wrong with me?"