quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Alice's Human Sacrifice.

Era uma vez uma pequena garota.
Era o seu aniversário, por isso ganhou um livro novo como presente.
O nome do livro era “Alice’s Human Sacrifice”.
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A Primeira Alice:
Havia ,uma vez, uma garota vermelha no País das Maravilhas.
Segurava uma espada nas mãos e sempre deixava um rastro vermelho por onde passava.
Uma vez, ela foi para dentro da floresta profunda.
Foi presa como um animal.
Não fosse pelo seu rastro vermelho, ninguém saberia de sua existência.
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A pequena garota entendeu de primeira o que havia acontecido à Primeira Alice.
Ela horrorizada ficou, mas não terminou de ler.
Resolveu continuar.
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A Segunda Alice:
Havia ,uma vez, um rapaz azul no País das Maravilhas.
Tinha uma voz de ouro e sempre cantou falsas, porém belas, notas para o País das Maravilhas.
Era tudo um mundo louco azul.
Ele era como uma frágil rosa. Foi morto por um homem louco.
A rosa tristemente cresceu como uma outra vermelha.
E pouco à pouco todos esqueceram de sua existência.
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A pequena garota imaginara a morte da Segunda Alice.
Na sua mente, não tão inocente, só havia sangue por todos os lados.
E também uma pequena rosa azul, com manchas vermelhas por toda ela.
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A Terceira Alice:
Havia, uma vez, uma garota verde no País das Maravilhas.
Ela era adorada por todos no país, sendo como um Ás de Paus.
Com o tempo, fez o seu estranho País Verde.
Ela era a rainha do país. Mas foi dominada por um sonho corrompido.
Ela não queria que a morte chegasse. Queria governar para sempre seu estranho lugar.
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A pequena garota achou um tanto interessante o desejo da Terceira Alice.
Leu seu capítulo mais uma vez, para entender melhor.
Viu realmente o que corrompeu seu sonho ganancioso, cujo foi esse mesmo pecado.
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A Quarta Alice:
Haviam, uma vez, dois irmãos gêmeos amarelos no País das Maravilhas.
Eles haviam recebido o convite da Rainha para visita-la. Uma carta de Copas amarela.
A teimosa irmã mais velha e o inteligente irmão mais novo.
Passaram por diversas portas, não demorando à chegar à um barco amarelado.
Eles acharam que estavam perto do País das Maravilhas de Alice.
Mas eles nunca acordaram de seu profundo sono.
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A pequena garota estava cabisbaixa.
Sangue passava por sua mente.
As mortes das Quatro Alices.
Ela levantou-se de sua cadeira.
Viu as quatro em sua frente.
Com seu livro, bateu em cada uma delas com força.
Gritou e jogou o livro no chão.
Abaixou-se, pegando algo.
Levantou-se com uma placa.
Na placa estava escrito:
“Quem é a próxima Alice?”

E a garota terminou por sorrir sadicamente, com sangue manchando cada centímetro de seu corpo pequeno.

A Beldade.

Era de noite.
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A menina que andava só pela rua não sabia o que a esperava
Não sabia ela o que a aguardava.
Ela andava pelos caminhos escuros da rua.
Mas ia acabar nos braços da verdade nua e crua.
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Ela vestia um casaco vermelho
Uma roupa bem chamativa na verdade.
Mas o que ela faria,
Se descobrisse a cruel beldade?
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Havia outra moça.
Também muito bela,
Que a observava
Desejando algo dela
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Talvez sua beleza um pouco maior.
Talvez seu casaco muito melhor.
Talvez a conhecesse de muito tempo atrás.
Alguma coisa que não se acabou mais.
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Deixou que a moça avermelhada passasse
E a seguiu sem ser percebida.
Quando a moça avermelhada deu um impasse,
A outra aproveitou para que fosse recebida.
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“Calma, senhorita, o que foi que aconteceu?
Tão aflita você parece, pelo amor, quem morreu?”
“Meu amor, doce senhorita. Meu doce amor agora morto está.
Terei que seguir meus passos, sem ninguém pra me agradar”
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                                                “Oh, minha querida, vim aqui lhe ajudar.
Conte-me sua história, e assim seu problema farei passar.”
“Doce senhorita, nada resolverá;
Pois eu já amei à quem deveria amar.”
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“Oh, moça de vermelho,
A quem tanto me assemelho,
Não agora me reconhecerá?
Senão tua morte haverá.”
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A bela moça avermelhada,
Assustada por sinal,
Pôs-se numa correria,
Chegando até o quintal.
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Não a ouviu seguindo-lhe,
De alívio suspirou.
Mas bastou que olhasse pra frente,
Para que levantasse um pequeno vôo.
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Viu-se caída no chão,
Sentindo um líquido se espalhar,
Depois viu sua barriga cortada,
E o sangue a lhe sujar.
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Sem nada mais conseguir ver,
Dá um último grito,
Mas esse foi silencioso,
Pois o silêncio é arisco.
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A beldade moça que pretendia ajudar
Calou-a com uma das mãos,
Que não se importava de sujar,
Arrancando o coração da bela moça que estava no chão.
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A moça avermelhada ainda se contorceu,
Pois jamais sentira dor tão terrível,
Enquanto ela tentava falar ‘eu’,
A beldade apenas se transformava numa velha horrível.
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O negro tomou seus olhos,
Nada mais podia ver,
Agora só a escuridão,

Poderia guiar seu ser.

sábado, 21 de setembro de 2013

Amnesia: A Machine for Pigs.

“Eu vejo o deus que criei morrer”.
Mandus.
Eu fecho o vídeo. Procuro por sua trilha sonora em outros lugares. Assim que ouço o som dos violinos,das teclas do piano, e a bela voz da Soprano que cantava, uma parte de mim morria. Uma máquina, feita para mudar o mundo, feita para impedir que algo terrível acontecesse; impedir que mais sangue se derramasse e que mais vidas inocentes fossem perdidas.
Os órfãos. Os mendigos. As prostitutas. Aqueles que constroem essa sociedade, por mais que não saibamos como. Somos todos porcos...Todos hipócritas. Nenhum de nós realmente sabe qual é o verdadeiro sofrimento. Por piores que sejam as dores sentidas, nenhuma se compara com a real. Nenhuma se compara com o real sofrimento.
Uma visão que antes fora vista. Uma visão que inspirou a criação deste deus morto. A visão do tormento e da morte. A visão que não mudaria nada. A máquina foi feita. Foi feita para oprimir o mundo com sangue antes. Antes que o novo século destruísse as vidas dos inocentes.
O homem não pôde ver o que estava criando, até que seu próprio sangue fosse sacrificado. Suas próprias crianças. Sua própria razão de viver. Ele nada lembrava. Ele de nada se arrependia. Até que a Máquina os levasse para longe. Até que a Máquina, de um jeito, abrisse seus olhos.
A máquina foi feita.
A máquina foi feita para que as criaturas se alimentassem de sua própria carne. Para que os porcos saboreassem o seu próprio sabor. Para que sentissem o gosto do mesmo sangue que derramariam. Para que sentissem o sofrimento daqueles que sofrem.  Para sentirem-se arrancando os próprios corações.
O homem agora vê a imundice que havia criado. Vê a histórica e terrível máquina que saiu de sua própria razão. Mas ele continua sem acreditar. Tantos anos criando a máquina perfeita. O deus morto. Vê os corpos boiando nos lagos de sangue. Vê corações e outros órgãos arrancados jogados pelo caminho.
Vê alavancas,vê luzes,vê botões. Vê velas, vê válvulas, vê portas trancadas, vê janelas abertas. Vê suas malditas criações andando pela cidade, destruindo a tudo que encontram. Vê o coração de seu deus morto, segurado por múltiplas lâminas que não perfuram.
No fim, no definitivo fim, ele sobe pelas quase inacabáveis escadas, ouvindo as últimas súplicas de sua própria máquina para que não a destrua. A voz de um deus morto, a voz de alguém que não existe.  Ele chega ao fim de sua jornada. Vê o seu trono de sangue à sua frente. Anda como um cadáver até ele. Senta-se. Aperta o último botão.
E sente a dor de ter seu próprio coração arrancado. Ele agora ouve apenas o silêncio. O silêncio que não era acostumado a presenciar, e vê as luzes, todas elas, a se apagar.

Ele vê o novo século nascer.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

My fucking furst Threesome :o)

Era de noite.
Abel e sua mestra caminhavam procurando algum lugar para descansar. Como sempre, ele ouvir as coisas que ela falava, só que nunca respondia. Ficava sempre calado. Sempre obedecendo...
Por fim, acabaram por chegar num canto confortável. Ela o mandou montar o acampamento e ficar de vigia enquanto ela dormia. Depois de tudo pronto, ela pegou a corrente de sua coleira e achou que tinha trancado, tal como Abel também pensou isso.
Algumas horas se passaram. Abel estava caindo de sono enquanto sua mestra já dormia. Ele acabou não resistindo e se jogou pra frente, pensando que a corrente o seguraria. Mas para sua surpresa, ele acabou caindo na areia. Levantou-se às pressas e cuspiu aqueles grãos que entraram em sua garganta.
Praticamente raspou-os de sua língua, notando que não estava preso, apesar de tudo. Segurou a corrente por alguns segundos, pensando. Deu um leve sorriso.
“Acho que se eu desobedecer só uma vez.. Não vai doer. O máximo que pode acontecer é ela engolir areia.”
Pensado isto, saiu andando pela areia fofa, até onde pudesse andar. Não tão longe, mas também não tão perto. Acabou por chegar numa cidadezinha um tanto movimentada. Cheia de bares e bordeis. As pessoas dali deviam ser bem luxuriosas.
Caminhou mais um pouco observando o lugar (e também sendo observado por causa de suas algemas) até ser praticamente puxado por alguém para dentro de um bordel. Tentou sair mas novamente foi puxado.
A pessoa que o puxou empurrou-o até um balcão e o fez sentar numa das mesas e depois se encostou ali. Era um rapaz com uma cara de pervertido.
-Olá, rapaz novo.
-...
-Percebi que você é novo por causa dessas orelhas... – Ele acariciou um pouco as orelhas de Abel – E também por causa dessas algemas... Será que você é um menininho travesso?
Abel fez uma cara de desentendido e de fato, não entendia o que estava acontecendo ali. Logo, outro rapaz entrou em cena, meio vermelho.
-Uh.. Por favor desculpe-o. Ele é meio neurótico com as pessoas.
-Tudo bem.. – Ele desviou o olhar, voltando a observar o primeiro rapaz.
-Qual é o seu nome? – Disse ele.
-... – Abel apenas continuou a observá-lo.
-Eu sou Kyung, muito prazer..-Ele destacou a palavra prazer antes de dar uma leve mordida na orelha de Abel – Em conhecê-lo. Poderia eu saber o seu nome, belo rapaz?
O outro tímido rapaz falou de novo:
-Uh... Por favor, diga-nos seu nome. Senão ele vai acabar te irritando a noite inteira.
-...Abel. – Ele disse, emotivo.
-Abel... Nome interessante. – Kyung pôs-se a tocar mais ousadamente em Abel, achando que ele estava vulnerável por causa das algemas.
Bem, ele acabou caindo. Abel não era acostumado com pessoas que tocavam seu corpo, à não ser em batalhas. Como uma reação automática, imobilizou Kyung no balcão, deixando-o completamente imóvel, mas com uma cara ainda mais pervertida.
-Oh, então você realmente é um menininho travesso, Abel... Por que não continuamos isso em minha casa? – Ele sorriu, mordendo seus lábios inferiores e observando cada canto do corpo do loiro.
-Kyung, deixe o rapaz respirar! – O tímido afastou-os um do outro, mas sem querer acabou segurando Abel por mais tempo. Ele era realmente atraente. – E-Eu... Sou Bernard. – Soltou-o assim que percebeu o tempo que havia segurado sua firme mão.
-Ah, agora eu entendi, Bernard.
-Huh?
-Você também o quer, não é? – Kyung disse isso agarrando-se ao forte abdômen de Abel, para provocar Bernard.
-E-Eu...! – Bernard nunca recusou nada. Apenas ficou vermelho e desviou o olhar.
-Que tal se a gente dividir?
-Huh?
-Nós três... Lá na minha cama. Que tal? Seria diversão para todos... Não acha Abel?
Abel, como sempre, nada respondeu, olhando nos olhos dos dois sem reação alguma.
-Vamos. – Kyung puxou os dois até uma casa ao lado do estabelecimento, direto para o andar de cima, onde seu quarto se encontrava.
Ele empurrou Abel para o colchão coberto de veludo, deitando-o.
-Por favor, não se levante.. Que tal fazermos um showzinho pra ele, Bernard?
-E-Eh? Showzinho.
-É. Tipo assim. – Ele pôs-se a tirar as roupas de Bernard sem a permissão do mesmo, fazendo-o ter algumas reações fofas e sedutoras.
-K-Kyung..! – Ele se cobriu, com vergonha.
-Qual é? Eu SEI que você o quer dentro de você. Eu não sou o único pervertido aqui.
Bernard engoliu em seco e andou até Abel, olhando para ele de forma tímida. Pôs-se a remover a bermuda do rapaz, deixando-o com as pernas despidas.
-D-Desculpa...Mas eu realmente quero. – Bernard fez mais uma cara tímida e pôs-se a acariciar o membro de Abel.
Ele não esperava por isso, apesar de tudo. Nunca se acostumou ou pensou nesse tipo de coisas, apesar de saber muito bem como era. Bernard começou então a lambê-lo de leve, deixando o rosto de Abel um pouquinho corado.
Kyung sorria em meio a isso tudo. Despiu-se e se abaixou também, ‘brincando’ junto com Bernard. Abel virou o rosto, observando aqueles dois brincando com seu corpo, segurando alguns sons que queria fazer.
Mas acabou deixando um suspiro se soltar, e aqueles dois perceberam que ele estava gostando.
-É a sua primeira vez, Abel? Nunca vi um ativo tão corado.. – Disse Kyung, enquanto o lambia maliciosamente.
-N-Não se preocupe. Não é algo que não se goste... – Disse Bernard, subindo na cama e terminando de despi-lo.
-Quer ir primeiro, Bernard?
-U..Uhum..
-Tudo bem..
Bernard pegou uma das mãos de Abel e lambeu dois de seus dedos, conduzindo-os até a sua entrada.
-Abel.. Por favor... Acho que v-você já sabe o que eu..Quero..- Ele desviou o olhar, bem corado, esperando para ver se o loiro faria alguma coisa.
Para a surpresa de todos, Abel penetrou os dedos em Bernard, com o maior cuidado para não machucá-lo. Podia ver o desejo que o pequeno tinha nos olhos, mesmo que se sentisse estranho. Mesmo com os dedos.
-Ah.. – Quase num instante, o loiro encontrou o ponto sensível de Bernard, fazendo-o automaticamente se levantar, e se direcionar ao membro de Abel. Empinou-se e por fim, fez ele penetrá-lo com certa força.
O loiro sentiu-se quente e apertado. Deixou os olhos semicerrados e os lábios entreabertos, com o rosto corado, e os movimentos repetitivos de cima para baixo que Bernard fazia davam-lhe prazer. Uma sensação muito boa, que nunca antes tinha sentido.
Bernard rebolava de vez em quando, masturbando-se, tal como fazia Kyung, que lambia os dedos e também se masturbava, querendo senti-lo. Ele continuou sendo penetrado por Abel, sem conter os seus gemidos, e até que o loiro participou um pouco, empurrando os quadris dele de vez em quando.
Kyung, no entanto, cansou-se de esperar. Empurrou Bernard para fora do membro de Abel e, mesmo sem preparação alguma, foi penetrado por ele, soltando um belo sorriso acompanhado de um gemido.
-Oh... Pra um principiante, você parece ser bom... – Se abraçou ao corpo do loiro. – Por que você não tenta me comandar, Abel?
Dito isto, puxou o loiro para cima de si e passou a empurrá-lo com as pernas, como se estivesse ensinando-o o que deveria fazer. Com o tempo, Abel foi se acostumando, e pôs-se a movimentar por ele mesmo, dando prazer para o pervertido Kyung.
Ah, Bernard não ficou de fora não ele se deitou de costas para cima e pôs-se a se masturbar, observando atentamente aos dois. Kyung então sorriu para ele e fez Abel sair de dentro de si, indo em direção ao distraído Bernard e penetrando-o logo em seguida.
-Faça o mesmo comigo, Abel. – Disse ele, movimentando-se de forma rápida.
Abel obedeceu, como era de seu costume, segurou-o pelos quadris e se empurrou para dentro, arrancando um alto gemido dele, mais uma vez acompanhado de um sorriso. Os dois ativos penetraram-se enquanto o passivo recebia estocadas cada vez mais rápidas, com a força daqueles dois juntos, ficava completamente louco de luxúria.
Os dois da frente então, passaram a se mover mais para trás, querendo sentir a força de Abel.
-Mais forte, Abel! – Eles exigiram e ele obedeceu.
Usou toda a força que tinha, fazendo aqueles dois gritarem e delirarem, até que os dois chegaram ao clímax antes do loiro. Kyung removeu o membro de Abel e saiu de dentro de Bernard, e os dois se ajoelharam em frente ao loiro, masturbando-o para vê-lo chegar ao clímax também.
Com pouco esforço eles conseguiram notar que ele já estava próximo,então, sem deixarem de masturbá-lo, abriram as bocas e puseram as línguas para fora, e quase no mesmo instante o maior deles chegou ao seu clímax, sujando seus rostos.
Eles sorriram e engoliram o que caiu em suas bocas, se levantando e beijando, os dois ao mesmo tempo, os lábios de Abel. Eles se jogaram na cama, abraçados com ele. Ele não dormiu, apesar de tudo. Esperou que eles dormissem, confirmou se eles estavam mesmo, se vestiu e deixou os aposentos, escrevendo um pequeno recado para não deixá-los muito magoados.
Ele andou de volta todo o caminho percorrido, e quando chegou na tenda de sua mestra de novo, ela continuava dormindo. Sã e Salva. Pra sua má sorte, não havia dormido nada, e o sol estava amanhecendo, o que a fez acordar.
-Ah.. Abel? Bom dia.
-...
-Vamos, arrume isso. Iremos partir agora.
-Sim.
Ele juntou as coisas e as arrumou devidamente, voltando a andar ao lado de sua mestra. Mas nunca iria esquecer a estranha e prazerosa noite que tivera na Cidade da Luxúria, como ele passaria a chamar. Muito menos daqueles dois rapazes. Kyung e Bernard.

The Fucking End.

domingo, 15 de setembro de 2013

Fanfic yaoi de Madoka Magica :oDD!!

“Não demoraria para Walpurgisnacht aparecer...Eu precisava proteger o Madoka... Eu vivo voltando no tempo só para protegê-lo.. Eu nunca consegui salvá-lo da enganação do Kyubey... Mas não dessa vez. Dessa vez eu vou conseguir.”
Esses foram os pensamentos de Homura, uma semana antes da aparição da Bruxa mais poderosa que existia. Nada sabia Madoka sobre isso. Ele não sabia das reais intenções do novato de sua turma, que parecia saber de tudo e de todos.
Um Mahou Shounen como ele...O que será que ele tinha na cabeça? Pra tentar matar as bruxas antes de todos os outros? Agora Sayaka estava morto, Tomoe estava morto e Sakura estava morto. Não paravam de morrer. Todos de forma tão triste...
Madoka estava em seu quarto, pensando em todas as mortes, como já fazia há algum tempo. Kyubey estava do seu lado, explicando como as ‘emoções’ eram tratadas no lugar de onde ele vinha. O maldito falou que eram apenas coisas para produzir energia... Ele enganou todos nós para gerar a porcaria de uma energia?
“Eu não devia tê-lo salvado naquele dia..” –Pensou Madoka, sem se importar que Kyubey ouvisse ou não.
Uns dois dias depois, Homura começou a se preparar para a batalha que sempre perdia, pegando todas as armas pesadas e armas de fogo que podia carregar em seu escudo. Depois de conseguir tudo que queria, começou a andar e a pensar em Madoka.
Era estranho pensar que amava outro garoto... Mas ele foi o único que o apoiou quando entrou nessa história pela primeira vez. Ele que o avisou das enganações de Kyubey. Ele que fez Homura prometer que não deixaria que ele caísse em seu truque novamente. Resolveu,então, ir visitá-lo.
Era noite. Ele observava a janela fechada de Madoka, sem coragem para bater algumas vezes nela pra chamar sua atenção. Ficou sentado ali por toda a tarde, imaginando o que Madoka estaria pensando, mas já estava cansado de se sentir depressivo. Sua Soul Gem ia acabar ficando corrompida, mais do que já estava.
Já ia se levantando, quando ouviu a janela ser aberta e a voz de Madoka dizendo:
-..Homura-chan?...Que faz aqui?
-Madoka.. – Ele nada disse após isso. Somente o observou.
-Você...Vai enfrentar sozinho a Walpurgisnacht?
-É preciso. – Homura desviou o olhar, quase pulando para fora, mas seu braço fora envolvido com uma das mãos de Madoka.
-Por favor..Não saia...Não quero mais ficar sozinho com meus pensamentos.
-Madoka... Está bem. – Se aquietou.
-Entre por favor...- Puxou-o de leve e ele entrou. Fechou a janela em seguida.-Quantas vezes...Você já presenciou esse tipo de coisas, Homura-chan?
-Eu já perdi a conta...
Madoka desviou o olhar, imaginando quantas vezes ele já viu todos eles serem mortos. Inclusive a si mesmo. Sempre voltando e sempre vendo todos morrerem de novo...Ele devia sofrer bastante.
-Eu sinto muito...Eu não pude ajudar ninguém... –Madoka já começava a se sentir culpado de novo, ficando com a voz rouca.
-Não,Madoka! Você é a única razão de eu ter feito isso por todo esse tempo! Eu só quero...Que você fique salvo... E longe das traições de Kyubey...
-Homura..
O moreno tinha corado e desviado o olhar enquanto falava aquela frase. Madoka achou um tanto fofa aquela reação dele. Por trás daquela seriedade toda, seria ele apenas tímido e inseguro? Ele deu um pequeno riso, olhando fixamente para o rosto dele.
Acariciou-o de leve, chamando a sua atenção, e assim que ele se virou, colou os seus lábios nos dele, supreendendo-o.
-Madoka?! Q-Que está fazendo??- Ele corou mais ainda, incrédulo.
-Ao menos.. Eu posso fazer isso. – Beijou-o de novo, mais gentil, acariciando seus cabelos negros com delicadeza.
Aos poucos a incredulidade de Homura foi desaparecendo, e nesse mesmo tempo foi se entregando mais e mais ao dócil beijo que Madoka lhe dava. Tantas vezes que imaginara isso... Mas nunca tivera a coragem para admitir seus sentimentos...
Falou baixinho:
-Madoka...Eu...Eu te amo...
Madoka, ouvindo isso, corou e abraçou-o, sem deixar de beijá-lo. Foi só uma questão de tempo até deitá-lo no seu colchão macio com cuidado. Cercou-o com seus braços, observando o rosto pálido dele decorado com um vermelho perfeito. Tão fofo.
Ele logo começou a distribuir beijos pelas suas bochechas vermelhas, indo até seu pescoço, que parecia ser um ponto sensível dele. Passou as mãos lentamente pelo seu corpo pouco masculino, dando alguns toques mais ousados de vez em quando.
Homura ainda não entendia tudo aquilo. Deveria ser algum sonho ou fantasia. Mas de qualquer forma, não deixaria que aquilo passasse tão rápido. Iria se certificar de aproveitar cada momento que tinha com aquele à quem amava. Mesmo que fosse apenas uma ilusão antes do desespero.
Madoka então, pôs-se a remover algumas peças do corpo de Homura, deixando seu abdômen despido, e a passar a língua pelo peitoral dele, enrijecendo aqueles dois pontos rosados e cheinhos. Homura abafava os barulhos que a garganta mandava fazer, mas sempre acabava cedendo.
Madoka se levantou por alguns segundos e pôs a mão por baixo de suas (irritantes) calças, acariciando o membro necessitado de Homura. É claro que o moreno se assustou um pouco e pôs as mãos ali para impedir Madoka, mas este sorriu para ele e o acalmou, dando-lhe um doce beijo.
-Não se preocupe, Homura.
Homura virou o rosto corado para o lado, deixando Madoka tomar conta.
O de cabelos meio rosados despiu o moreno, deixando-o exposto e incapaz de fazer qualquer coisa. Acariciou mais os seus quadris e o seu membro, antes de se abaixar mais um pouco, a ponto de deixar os lábios extremamente perto daquele ponto.
-Madoka..Você não precisa.
-Tem razão. Eu não preciso. – Pôs-se a lamber o membro dele de leve.- Mas eu quero. – Pôs a  boca ali, sem arrependimento algum, arrancando um doce gemido de Homura.
O moreno segurou os cabelos finos de Madoka, tentando segurar seus barulhos sem sucesso.  A boca de Madoka era, por mais incrível que pareça, experiente e descontrolada, mesmo que ele nunca tenha feito isso na vida. Nunca esperou ele fosse tão bom assim com sua boca.
Homura não estava agüentando tanta brincadeira. Puxou-o de leve pelos cabelos, sem machucá-lo, para chamar sua atenção e disse:
-Madoka...Por favor... Deixe de brincadeiras... Eu estou pronto.
-Tem certeza?
-Sim...
-Deixe-me ao menos prepará-lo... Não quero que sinta dor.
-Uhum..
Madoka lambeu dois de seus dedos com delicadeza, e com cuidado foi penetrando-os na entrada de Homura, que gemeu um tanto alto. Por sorte a família de Madoka não ouviu. A porta estava trancada, de qualquer forma.
Homura mordeu seu lábio inferior e fechou os olhos com força. Mesmo que ainda fosse pelos dedos dele, era a primeira vez que sentia isso, então era bem doloroso. Madoka passou pelo menos 30 ou 40 segundos acostumando-o, até tirar os dedos dali.
Estava lubrificado e preparado, então não sentiria tanta dor. Madoka então despiu-se, posicionando para invadi-lo. Antes de mais nada, perguntou:
-Tem certeza?
-Sim...
Ouvindo isso, invadiu-o com cuidado, mas não com gentileza, fazendo Homura gemer mais alto ainda. A sensação era estranha. Sentia-se apertado, e a entrada dele pulsava um pouco para tentar removê-lo dali. Mas ao mesmo tempo que era estranho, era bom, então não poderia parar ali.
Começou a se movimentar depois que a respiração de Homura voltara ao normal, sendo gentil. À cada gemido que Homura produzia, só lhe dava a intenção de continuar. Seus ouvidos se deliciavam ouvindo aqueles sons.
Homura agarrou-se em Madoka, abraçando-o, e entrelaçando suas pernas nas costas dele, de vez em quando empurrando-o para dentro, pois o prazer já estava começando a dominar seu corpo. Ele foi rápido em achar seu Ponto G.
Puxou seu rosto e beijou-o freneticamente, acariciando seus cabelos meio rosados e entrelaçando seus dedos nos dele. Os cabelos dos dois se movimentando, o suor frio escorrendo pelos seus corpos, as rápidas batidas cardíacas e os barulhos que faziam não os incomodavam. Pelo contrário, só lhes davam mais desejo.
Madoka passou a ser mais rápido e mais violento, sem parar pra nada, nem com algumas batidas que seus pais deram na porta trancada. Sentou-se, ficando mais fundo em Homura, e puxando seus quadris para baixo, para facilitar na movimentação dele.
-Madoka... Eu estou.. Próximo de... AH!! – Ele acabou por vir antes de Madoka, que veio alguns segundos depois.
Madoka e Homura respiravam de modo pesado, cansados e suados.
-Desculpe...Eu acabei.. Te sujando por dentro..
Homura olhou para ele.
-Não..Não se desculpe. Eu gostei...
Madoka nada respondeu, ficando mais corado do que já estava. Procurou alguma coisa que pudesse limpar seus abdomens e as coxas de Homura. Tendo deixado ele limpo, cobriu-o com um dos edredons. Ele se deitou e se cobriu também.
Homura puxou-o para perto, dormindo abraçado com ele. Madoka não se importou, e dormiu com ele mesmo assim. Na manhã seguinte, quando Madoka acordou, viu Homura abrindo a janela.
-Homura..?
-Madoka? – Ele parecia ter levado um susto.
-Pra onde vai?..
-Eu tenho que deixar você seguro. Me desculpe por não poder ficar. – Ele deu um beijo na testa de Madoka e o deitou de novo, esperando-o fechar os olhos para enfim sair.
Sair de encontro à sua provável morte.

The Fucking End.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais mente impura u3u

Estávamos os dois na sala. Eu lia tranquilamente enquanto ele cozinhava algo. Era um dia preguiçoso aquele. Nada para fazer, eu aqui com falta de inspiração para minhas músicas... Nada dava certo nesse dia, tirando aquilo que ele cozinhava. Por que cheirava tão bem?
Logo eu me levantei do sofá e me direcionei a cozinha pela tanta curiosidade. Ri de leve. Pensar que era apenas um Onigiri me deixou meio confuso. Como arroz cheirava daquele jeito?
Ri outra vez, mas agora ele me ouviu.
-Dynamo? – Ele disse.
-Sim?
-Fiz isso pra você. – Ele deu aquele sorriso que eu fingia não gostar e me entregou alguns onigiris prontos.
Virei o rosto, pra disfarçar que estava vermelho, e peguei um deles. Provei e segurei o sorriso. O esforço dele tinha valido a pena. Comi disfarçando. Eu tenho muita vergonha de mostrar quando gosto de algo.
-Está bom, Dynamo? – Ele ficou na minha frente e olhou bem nos meus olhos. Deu pra perceber a minha cara de tomate, é claro.
-D-Deu pro gasto...-Gaguejei.
Ele sorriu daquela forma de novo, só que um pouco mais feliz e me abraçou de levinho, voltando a prestar atenção nos outros onigiris logo depois. É claro que fiz questão de pegar mais alguns deles escondido e ir para o meu quarto o mais rápido que eu pude.
Sentei-me na poltrona e devorei todos, um de cada vez. Suspirei e depois de descansar um pouco, fui ao banheiro da suíte limpar minha boca. Mesmo que desse pena de tirar esse gosto da minha boca, em seguida deitei em minha cama e acabei cochilando.
Fiquei viajando por aquela tela escura por algum tempo.. Não me lembro quanto, até sentir algo afagando meu rosto. Talvez mãos firmes...Porém gentis... Abri os olhos de forma lenta e o vi, olhando diretamente pra mim.
Como ele sempre percebia quando eu acordava? Fazendo ou não barulho?
-Madson..Que está fazend..Mn! –Eu mal acordei e ele já me beijou. É claro que tentei revidar. –Ei! Madson! Eu mal acordei! – Afastei ele com certa dificuldade.
Ele só me encarou, com aquele olhar ameaçador que ele tem e tentou me beijar de novo. Meio que conseguiu um beijo forçado. Levantei o rosto e fiz força pra mantê-lo daquela forma.
-Pare! – Ele segurou minhas mãos e as prendeu na parede, continuando a me encarar daquela forma. Aqueles olhos de tom meio vermelho e meio rosado... Naquelas horas eram de dar medo.
-Dynamo. – Ele me imobilizou. – Você me ama?
-De novo com isso, Madson? Me solte.
-Não.
-Huh?
-Você me ama ou não?
Eu corei, sem saber como responder. É claro que eu o amava, mas por que eu nunca conseguia admitir? Nunca. Virei o rosto e olhei para a parede, mas ele o puxou de volta. O olhar dele estava bem pior.
-Me responda, Dynamo. –Ele começou a apertar meus pulsos com mais força. Doía um pouco.
-Me solte antes.
-Não. Você só fugiria se eu te soltasse.
-Ugh. – Virei o rosto de novo quando senti a úmida língua dele passear em linha reta pelo meu pescoço.
-Me responda logo... Você quer ser violado desse jeito tão brusco?
-Huh? Violado? Me solte, seu pervertido!! – Tentei me livrar à qualquer custo, mas nada dava certo. Apesar de tudo, ele era bem mais forte que eu.
-Dynamo... – O olhar dele demonstrava frustração,tristeza e raiva. – Eu preciso saber... Até agora nós não fazemos nada além de viver juntos... Ainda parece que nos conhecemos ontem. Como se fôssemos completos estranhos...
Ele se sentou, sem me soltar.
-Eu quero que a gente...Uh...Cresça.. Mas toda vez que eu te toco, ou qualquer coisa parecida, você tenta fugir ou age como se nada tivesse acontecido. Eu quero que essas memórias fiquem pra sempre na sua mente, Dynamo... – Ele sussurrou a ultima frase com aquela voz rouca que me dá tanto prazer perto de meu ouvido direito, aproveitando para mordiscá-lo.
Meu corpo já esquentava, mesmo quando ele praticamente nada fazia. Olhei para ele, sem nada dizer, e fiz um sinal para que ele se aproximasse. Ele me obedeceu. Assim que ele ficou ao alcance de meus lábios, ataquei-o, colando-os com paixão ardente.
Depois eu parti o beijo e virei o rosto de novo. Ele, assim como eu, tinha ficado bem corado. Mas ainda assim, eu disse:
-Eu já falei... Que tenho vergonha pra essas coisas... Isso serve como resposta?
Nada ouvi em resposta. Começando a ficar preocupado, virei para frente de novo, onde senti mais uma vez os seus lábios carnudos colando-se nos meus, de um modo mais violento, mas ao mesmo tempo melhor.
Senti as suas mãos firmes e gentis afagarem meu rosto e entrelaçarem os dedos nos meus cabelos negros,aprofundando mais o beijo que ele me dava. Suspirei e deixei ele tomar conta. Fechei os olhos e senti ele tirando cada uma das minhas peças de roupa, deixando-me completamente exposto.
-Tão...Bonito.. – Ele disse, abraçando-se comigo. –Eu tenho sorte por ter você...
Eu nada fiz além de observá-lo e acariciar os seus cabelos, também negros, por alguns segundos, antes de ele começar a brincar com meu peito, apertando-o com as pontas dos dedos e passando sua língua em círculos por eles, deixando-os rijos e bem vermelhos.
Minha pele ardia a cada toque que ele me dava. Desde os mais leves até os mais prazerosos e até mesmo os comentários pervertidos dele pareciam agradáveis aos meus ouvidos ‘inocentes’. Ele finalmente abaixou a cabeça até a minha parte mais sensível, e obviamente, tentei tirá-lo dali, por pura vergonha.
Ele sorriu pra mim e disse:
-Calma.. Você vai gostar disso.
Desde então ele passou a lamber a área de um modo delicado, tendo cuidado para eu não sentir nem demais e nem de menos. Até abaixar um pouco mais os lábios.. E fazer minha pele de uma área mais baixa ficar molhada e começar a pulsar devagar.
Eu gemi de leve, não consegui evitar. Ele pareceu se excitar com esse meu barulho e se levantou, me desapontando um pouco. Mas ele me recompensou. Pôs uma das mãos em minhas partes baixas e começou a me dar prazer.
De vez em quando, quando eu abria os olhos à força, eu podia ver o tão belo rosto dele deliciando-se ao ver minhas reações à seus toques. Eu, num impulso, segurei a sua mão em movimento e falei:
-Deixe...De brincadeiras.
Ele sorriu de novo. Uma expressão gentil estampava-se em seu rosto.. Logo, pôs-se a tirar seus obstáculos do próprio corpo e a também ficar completamente exposto, olhando direto pra mim.
Ele me torturou um pouco mais, pela sua própria luxúria, esfregando-se em mim com delicadeza e malícia, até finalmente, encostar-se em minha entrada. Ele parecia estar esperando por alguma coisa...
Maldito...Acabei de dizer que tenho vergonha de falar as coisas. Tratei de empurrá-lo para dentro, sem aquelas preparações inúteis. Ele já estava perto do clímax mesmo, então não importava se ele entraria antes ou depois.
Mas eu não ia deixar ele se aproveitar e me torturar daquele jeito, ordenei com meus olhos pra que ele começasse a se movimentar, mesmo eu sabendo que doeria um pouco. Ele me obedeceu e começou a movimentar-se de uma maneira dócil.
Eu adoro ter uma versão mais gentil de tudo...Mesmo que não seja lá a minha versão favorita. Mas era sempre assim nos começos.  Ele me acostumaria logo, tentando encontrar meu ponto G, já que parece que ele sempre se esquece. De propósito, é claro. Ele não seria tão estúpido.
Eu fechei os olhos de novo e mordi o lábio inferior. Ia tratar de distrair-me da dor antes de tudo, mesmo que ela me desse mais prazer. Ficamos por um exato minuto assim, até que ele começou a se mexer mais rápido.
A sensação de sentir aquela parte do corpo dele indo e vindo dentro de mim era deliciosa... Não há outra palavra para descrever. Ele me fazia delirar de prazer toda santa vez. Era alguma mágica?
Abri as minhas pernas um pouco mais, facilitando seus movimentos. Ele as pegou e as pôs em sua cintura, sentando-se logo em seguida. Nunca havíamos tentado dessa maneira antes, então fiquei meio envergonhado e perturbado, sem saber como agir.
-Não se preocupe, Dynamo.
Eu olhei para ele, ainda bem corado, e eu mesmo comecei a me movimentar para cima e para baixo, olhando para qualquer lugar que não fossem os olhos dele. Eu estava com muita vergonha pra conseguir observá-lo devidamente.
Depois de uns dois segundos ele gemeu e me agarrou com força, observando-me com aqueles olhos provocantes inundados com desejo.
-Eu nunca fiquei tão fundo assim, Dynamo... – Ele disse, fazendo-me rebolar de leve.
De fato, era mais fundo do que o normal. E eu não queria perder aquela sensação por nada. Me movimentei mais rapidamente; ele me ajudava também, com as mãos firmes na minha cintura, forçando-me para baixo.
Estiquei meus dedos dos pés, entrelaçando as pernas nas costas dele, prendendo-o. Eu gemia como se eu fosse uma mulher de um vídeo pornô. Sem exagero. Aquilo estava ótimo. E me senti ser preenchido por ele mais de uma vez.
O som das estocadas que ele me dava, junto com os outros sons molhados que produzíamos quando as nossas peles se encontravam, pareciam ecoar por todo o meu quarto. Os cabelos se movimentando freneticamente e o suor frio por todo o corpo não nos incomodavam.
Até que ele me deitou de novo na cama, sem deixar de se movimentar, e foi muito mais rápido que antes. Chegava até a ser violento, tal como da primeira vez que fizemos. Mas aquilo não era forçado. Eu sabia o que significava.
Segurei-me com mais força e enfim, senti ele me preencher pela última vez e se deitar em meu corpo, sem deixar de me invadir lentamente. Ele estava bem cansado. Peguei o lençol a frente e nos cobri, pois uma hora ou outra o frio nos atacaria.
Trocamos de posição novamente, mas apenas para que ficássemos confortáveis. Eu me deitei em seu peito, ainda suspirando, e ele continuava a me estocar mais gentilmente. Até que nós finalmente dormimos, aproveitando o resto daquela doce sensação de prazer.

The Fucking End.