sexta-feira, 20 de setembro de 2013

My fucking furst Threesome :o)

Era de noite.
Abel e sua mestra caminhavam procurando algum lugar para descansar. Como sempre, ele ouvir as coisas que ela falava, só que nunca respondia. Ficava sempre calado. Sempre obedecendo...
Por fim, acabaram por chegar num canto confortável. Ela o mandou montar o acampamento e ficar de vigia enquanto ela dormia. Depois de tudo pronto, ela pegou a corrente de sua coleira e achou que tinha trancado, tal como Abel também pensou isso.
Algumas horas se passaram. Abel estava caindo de sono enquanto sua mestra já dormia. Ele acabou não resistindo e se jogou pra frente, pensando que a corrente o seguraria. Mas para sua surpresa, ele acabou caindo na areia. Levantou-se às pressas e cuspiu aqueles grãos que entraram em sua garganta.
Praticamente raspou-os de sua língua, notando que não estava preso, apesar de tudo. Segurou a corrente por alguns segundos, pensando. Deu um leve sorriso.
“Acho que se eu desobedecer só uma vez.. Não vai doer. O máximo que pode acontecer é ela engolir areia.”
Pensado isto, saiu andando pela areia fofa, até onde pudesse andar. Não tão longe, mas também não tão perto. Acabou por chegar numa cidadezinha um tanto movimentada. Cheia de bares e bordeis. As pessoas dali deviam ser bem luxuriosas.
Caminhou mais um pouco observando o lugar (e também sendo observado por causa de suas algemas) até ser praticamente puxado por alguém para dentro de um bordel. Tentou sair mas novamente foi puxado.
A pessoa que o puxou empurrou-o até um balcão e o fez sentar numa das mesas e depois se encostou ali. Era um rapaz com uma cara de pervertido.
-Olá, rapaz novo.
-...
-Percebi que você é novo por causa dessas orelhas... – Ele acariciou um pouco as orelhas de Abel – E também por causa dessas algemas... Será que você é um menininho travesso?
Abel fez uma cara de desentendido e de fato, não entendia o que estava acontecendo ali. Logo, outro rapaz entrou em cena, meio vermelho.
-Uh.. Por favor desculpe-o. Ele é meio neurótico com as pessoas.
-Tudo bem.. – Ele desviou o olhar, voltando a observar o primeiro rapaz.
-Qual é o seu nome? – Disse ele.
-... – Abel apenas continuou a observá-lo.
-Eu sou Kyung, muito prazer..-Ele destacou a palavra prazer antes de dar uma leve mordida na orelha de Abel – Em conhecê-lo. Poderia eu saber o seu nome, belo rapaz?
O outro tímido rapaz falou de novo:
-Uh... Por favor, diga-nos seu nome. Senão ele vai acabar te irritando a noite inteira.
-...Abel. – Ele disse, emotivo.
-Abel... Nome interessante. – Kyung pôs-se a tocar mais ousadamente em Abel, achando que ele estava vulnerável por causa das algemas.
Bem, ele acabou caindo. Abel não era acostumado com pessoas que tocavam seu corpo, à não ser em batalhas. Como uma reação automática, imobilizou Kyung no balcão, deixando-o completamente imóvel, mas com uma cara ainda mais pervertida.
-Oh, então você realmente é um menininho travesso, Abel... Por que não continuamos isso em minha casa? – Ele sorriu, mordendo seus lábios inferiores e observando cada canto do corpo do loiro.
-Kyung, deixe o rapaz respirar! – O tímido afastou-os um do outro, mas sem querer acabou segurando Abel por mais tempo. Ele era realmente atraente. – E-Eu... Sou Bernard. – Soltou-o assim que percebeu o tempo que havia segurado sua firme mão.
-Ah, agora eu entendi, Bernard.
-Huh?
-Você também o quer, não é? – Kyung disse isso agarrando-se ao forte abdômen de Abel, para provocar Bernard.
-E-Eu...! – Bernard nunca recusou nada. Apenas ficou vermelho e desviou o olhar.
-Que tal se a gente dividir?
-Huh?
-Nós três... Lá na minha cama. Que tal? Seria diversão para todos... Não acha Abel?
Abel, como sempre, nada respondeu, olhando nos olhos dos dois sem reação alguma.
-Vamos. – Kyung puxou os dois até uma casa ao lado do estabelecimento, direto para o andar de cima, onde seu quarto se encontrava.
Ele empurrou Abel para o colchão coberto de veludo, deitando-o.
-Por favor, não se levante.. Que tal fazermos um showzinho pra ele, Bernard?
-E-Eh? Showzinho.
-É. Tipo assim. – Ele pôs-se a tirar as roupas de Bernard sem a permissão do mesmo, fazendo-o ter algumas reações fofas e sedutoras.
-K-Kyung..! – Ele se cobriu, com vergonha.
-Qual é? Eu SEI que você o quer dentro de você. Eu não sou o único pervertido aqui.
Bernard engoliu em seco e andou até Abel, olhando para ele de forma tímida. Pôs-se a remover a bermuda do rapaz, deixando-o com as pernas despidas.
-D-Desculpa...Mas eu realmente quero. – Bernard fez mais uma cara tímida e pôs-se a acariciar o membro de Abel.
Ele não esperava por isso, apesar de tudo. Nunca se acostumou ou pensou nesse tipo de coisas, apesar de saber muito bem como era. Bernard começou então a lambê-lo de leve, deixando o rosto de Abel um pouquinho corado.
Kyung sorria em meio a isso tudo. Despiu-se e se abaixou também, ‘brincando’ junto com Bernard. Abel virou o rosto, observando aqueles dois brincando com seu corpo, segurando alguns sons que queria fazer.
Mas acabou deixando um suspiro se soltar, e aqueles dois perceberam que ele estava gostando.
-É a sua primeira vez, Abel? Nunca vi um ativo tão corado.. – Disse Kyung, enquanto o lambia maliciosamente.
-N-Não se preocupe. Não é algo que não se goste... – Disse Bernard, subindo na cama e terminando de despi-lo.
-Quer ir primeiro, Bernard?
-U..Uhum..
-Tudo bem..
Bernard pegou uma das mãos de Abel e lambeu dois de seus dedos, conduzindo-os até a sua entrada.
-Abel.. Por favor... Acho que v-você já sabe o que eu..Quero..- Ele desviou o olhar, bem corado, esperando para ver se o loiro faria alguma coisa.
Para a surpresa de todos, Abel penetrou os dedos em Bernard, com o maior cuidado para não machucá-lo. Podia ver o desejo que o pequeno tinha nos olhos, mesmo que se sentisse estranho. Mesmo com os dedos.
-Ah.. – Quase num instante, o loiro encontrou o ponto sensível de Bernard, fazendo-o automaticamente se levantar, e se direcionar ao membro de Abel. Empinou-se e por fim, fez ele penetrá-lo com certa força.
O loiro sentiu-se quente e apertado. Deixou os olhos semicerrados e os lábios entreabertos, com o rosto corado, e os movimentos repetitivos de cima para baixo que Bernard fazia davam-lhe prazer. Uma sensação muito boa, que nunca antes tinha sentido.
Bernard rebolava de vez em quando, masturbando-se, tal como fazia Kyung, que lambia os dedos e também se masturbava, querendo senti-lo. Ele continuou sendo penetrado por Abel, sem conter os seus gemidos, e até que o loiro participou um pouco, empurrando os quadris dele de vez em quando.
Kyung, no entanto, cansou-se de esperar. Empurrou Bernard para fora do membro de Abel e, mesmo sem preparação alguma, foi penetrado por ele, soltando um belo sorriso acompanhado de um gemido.
-Oh... Pra um principiante, você parece ser bom... – Se abraçou ao corpo do loiro. – Por que você não tenta me comandar, Abel?
Dito isto, puxou o loiro para cima de si e passou a empurrá-lo com as pernas, como se estivesse ensinando-o o que deveria fazer. Com o tempo, Abel foi se acostumando, e pôs-se a movimentar por ele mesmo, dando prazer para o pervertido Kyung.
Ah, Bernard não ficou de fora não ele se deitou de costas para cima e pôs-se a se masturbar, observando atentamente aos dois. Kyung então sorriu para ele e fez Abel sair de dentro de si, indo em direção ao distraído Bernard e penetrando-o logo em seguida.
-Faça o mesmo comigo, Abel. – Disse ele, movimentando-se de forma rápida.
Abel obedeceu, como era de seu costume, segurou-o pelos quadris e se empurrou para dentro, arrancando um alto gemido dele, mais uma vez acompanhado de um sorriso. Os dois ativos penetraram-se enquanto o passivo recebia estocadas cada vez mais rápidas, com a força daqueles dois juntos, ficava completamente louco de luxúria.
Os dois da frente então, passaram a se mover mais para trás, querendo sentir a força de Abel.
-Mais forte, Abel! – Eles exigiram e ele obedeceu.
Usou toda a força que tinha, fazendo aqueles dois gritarem e delirarem, até que os dois chegaram ao clímax antes do loiro. Kyung removeu o membro de Abel e saiu de dentro de Bernard, e os dois se ajoelharam em frente ao loiro, masturbando-o para vê-lo chegar ao clímax também.
Com pouco esforço eles conseguiram notar que ele já estava próximo,então, sem deixarem de masturbá-lo, abriram as bocas e puseram as línguas para fora, e quase no mesmo instante o maior deles chegou ao seu clímax, sujando seus rostos.
Eles sorriram e engoliram o que caiu em suas bocas, se levantando e beijando, os dois ao mesmo tempo, os lábios de Abel. Eles se jogaram na cama, abraçados com ele. Ele não dormiu, apesar de tudo. Esperou que eles dormissem, confirmou se eles estavam mesmo, se vestiu e deixou os aposentos, escrevendo um pequeno recado para não deixá-los muito magoados.
Ele andou de volta todo o caminho percorrido, e quando chegou na tenda de sua mestra de novo, ela continuava dormindo. Sã e Salva. Pra sua má sorte, não havia dormido nada, e o sol estava amanhecendo, o que a fez acordar.
-Ah.. Abel? Bom dia.
-...
-Vamos, arrume isso. Iremos partir agora.
-Sim.
Ele juntou as coisas e as arrumou devidamente, voltando a andar ao lado de sua mestra. Mas nunca iria esquecer a estranha e prazerosa noite que tivera na Cidade da Luxúria, como ele passaria a chamar. Muito menos daqueles dois rapazes. Kyung e Bernard.

The Fucking End.

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