domingo, 15 de setembro de 2013

Fanfic yaoi de Madoka Magica :oDD!!

“Não demoraria para Walpurgisnacht aparecer...Eu precisava proteger o Madoka... Eu vivo voltando no tempo só para protegê-lo.. Eu nunca consegui salvá-lo da enganação do Kyubey... Mas não dessa vez. Dessa vez eu vou conseguir.”
Esses foram os pensamentos de Homura, uma semana antes da aparição da Bruxa mais poderosa que existia. Nada sabia Madoka sobre isso. Ele não sabia das reais intenções do novato de sua turma, que parecia saber de tudo e de todos.
Um Mahou Shounen como ele...O que será que ele tinha na cabeça? Pra tentar matar as bruxas antes de todos os outros? Agora Sayaka estava morto, Tomoe estava morto e Sakura estava morto. Não paravam de morrer. Todos de forma tão triste...
Madoka estava em seu quarto, pensando em todas as mortes, como já fazia há algum tempo. Kyubey estava do seu lado, explicando como as ‘emoções’ eram tratadas no lugar de onde ele vinha. O maldito falou que eram apenas coisas para produzir energia... Ele enganou todos nós para gerar a porcaria de uma energia?
“Eu não devia tê-lo salvado naquele dia..” –Pensou Madoka, sem se importar que Kyubey ouvisse ou não.
Uns dois dias depois, Homura começou a se preparar para a batalha que sempre perdia, pegando todas as armas pesadas e armas de fogo que podia carregar em seu escudo. Depois de conseguir tudo que queria, começou a andar e a pensar em Madoka.
Era estranho pensar que amava outro garoto... Mas ele foi o único que o apoiou quando entrou nessa história pela primeira vez. Ele que o avisou das enganações de Kyubey. Ele que fez Homura prometer que não deixaria que ele caísse em seu truque novamente. Resolveu,então, ir visitá-lo.
Era noite. Ele observava a janela fechada de Madoka, sem coragem para bater algumas vezes nela pra chamar sua atenção. Ficou sentado ali por toda a tarde, imaginando o que Madoka estaria pensando, mas já estava cansado de se sentir depressivo. Sua Soul Gem ia acabar ficando corrompida, mais do que já estava.
Já ia se levantando, quando ouviu a janela ser aberta e a voz de Madoka dizendo:
-..Homura-chan?...Que faz aqui?
-Madoka.. – Ele nada disse após isso. Somente o observou.
-Você...Vai enfrentar sozinho a Walpurgisnacht?
-É preciso. – Homura desviou o olhar, quase pulando para fora, mas seu braço fora envolvido com uma das mãos de Madoka.
-Por favor..Não saia...Não quero mais ficar sozinho com meus pensamentos.
-Madoka... Está bem. – Se aquietou.
-Entre por favor...- Puxou-o de leve e ele entrou. Fechou a janela em seguida.-Quantas vezes...Você já presenciou esse tipo de coisas, Homura-chan?
-Eu já perdi a conta...
Madoka desviou o olhar, imaginando quantas vezes ele já viu todos eles serem mortos. Inclusive a si mesmo. Sempre voltando e sempre vendo todos morrerem de novo...Ele devia sofrer bastante.
-Eu sinto muito...Eu não pude ajudar ninguém... –Madoka já começava a se sentir culpado de novo, ficando com a voz rouca.
-Não,Madoka! Você é a única razão de eu ter feito isso por todo esse tempo! Eu só quero...Que você fique salvo... E longe das traições de Kyubey...
-Homura..
O moreno tinha corado e desviado o olhar enquanto falava aquela frase. Madoka achou um tanto fofa aquela reação dele. Por trás daquela seriedade toda, seria ele apenas tímido e inseguro? Ele deu um pequeno riso, olhando fixamente para o rosto dele.
Acariciou-o de leve, chamando a sua atenção, e assim que ele se virou, colou os seus lábios nos dele, supreendendo-o.
-Madoka?! Q-Que está fazendo??- Ele corou mais ainda, incrédulo.
-Ao menos.. Eu posso fazer isso. – Beijou-o de novo, mais gentil, acariciando seus cabelos negros com delicadeza.
Aos poucos a incredulidade de Homura foi desaparecendo, e nesse mesmo tempo foi se entregando mais e mais ao dócil beijo que Madoka lhe dava. Tantas vezes que imaginara isso... Mas nunca tivera a coragem para admitir seus sentimentos...
Falou baixinho:
-Madoka...Eu...Eu te amo...
Madoka, ouvindo isso, corou e abraçou-o, sem deixar de beijá-lo. Foi só uma questão de tempo até deitá-lo no seu colchão macio com cuidado. Cercou-o com seus braços, observando o rosto pálido dele decorado com um vermelho perfeito. Tão fofo.
Ele logo começou a distribuir beijos pelas suas bochechas vermelhas, indo até seu pescoço, que parecia ser um ponto sensível dele. Passou as mãos lentamente pelo seu corpo pouco masculino, dando alguns toques mais ousados de vez em quando.
Homura ainda não entendia tudo aquilo. Deveria ser algum sonho ou fantasia. Mas de qualquer forma, não deixaria que aquilo passasse tão rápido. Iria se certificar de aproveitar cada momento que tinha com aquele à quem amava. Mesmo que fosse apenas uma ilusão antes do desespero.
Madoka então, pôs-se a remover algumas peças do corpo de Homura, deixando seu abdômen despido, e a passar a língua pelo peitoral dele, enrijecendo aqueles dois pontos rosados e cheinhos. Homura abafava os barulhos que a garganta mandava fazer, mas sempre acabava cedendo.
Madoka se levantou por alguns segundos e pôs a mão por baixo de suas (irritantes) calças, acariciando o membro necessitado de Homura. É claro que o moreno se assustou um pouco e pôs as mãos ali para impedir Madoka, mas este sorriu para ele e o acalmou, dando-lhe um doce beijo.
-Não se preocupe, Homura.
Homura virou o rosto corado para o lado, deixando Madoka tomar conta.
O de cabelos meio rosados despiu o moreno, deixando-o exposto e incapaz de fazer qualquer coisa. Acariciou mais os seus quadris e o seu membro, antes de se abaixar mais um pouco, a ponto de deixar os lábios extremamente perto daquele ponto.
-Madoka..Você não precisa.
-Tem razão. Eu não preciso. – Pôs-se a lamber o membro dele de leve.- Mas eu quero. – Pôs a  boca ali, sem arrependimento algum, arrancando um doce gemido de Homura.
O moreno segurou os cabelos finos de Madoka, tentando segurar seus barulhos sem sucesso.  A boca de Madoka era, por mais incrível que pareça, experiente e descontrolada, mesmo que ele nunca tenha feito isso na vida. Nunca esperou ele fosse tão bom assim com sua boca.
Homura não estava agüentando tanta brincadeira. Puxou-o de leve pelos cabelos, sem machucá-lo, para chamar sua atenção e disse:
-Madoka...Por favor... Deixe de brincadeiras... Eu estou pronto.
-Tem certeza?
-Sim...
-Deixe-me ao menos prepará-lo... Não quero que sinta dor.
-Uhum..
Madoka lambeu dois de seus dedos com delicadeza, e com cuidado foi penetrando-os na entrada de Homura, que gemeu um tanto alto. Por sorte a família de Madoka não ouviu. A porta estava trancada, de qualquer forma.
Homura mordeu seu lábio inferior e fechou os olhos com força. Mesmo que ainda fosse pelos dedos dele, era a primeira vez que sentia isso, então era bem doloroso. Madoka passou pelo menos 30 ou 40 segundos acostumando-o, até tirar os dedos dali.
Estava lubrificado e preparado, então não sentiria tanta dor. Madoka então despiu-se, posicionando para invadi-lo. Antes de mais nada, perguntou:
-Tem certeza?
-Sim...
Ouvindo isso, invadiu-o com cuidado, mas não com gentileza, fazendo Homura gemer mais alto ainda. A sensação era estranha. Sentia-se apertado, e a entrada dele pulsava um pouco para tentar removê-lo dali. Mas ao mesmo tempo que era estranho, era bom, então não poderia parar ali.
Começou a se movimentar depois que a respiração de Homura voltara ao normal, sendo gentil. À cada gemido que Homura produzia, só lhe dava a intenção de continuar. Seus ouvidos se deliciavam ouvindo aqueles sons.
Homura agarrou-se em Madoka, abraçando-o, e entrelaçando suas pernas nas costas dele, de vez em quando empurrando-o para dentro, pois o prazer já estava começando a dominar seu corpo. Ele foi rápido em achar seu Ponto G.
Puxou seu rosto e beijou-o freneticamente, acariciando seus cabelos meio rosados e entrelaçando seus dedos nos dele. Os cabelos dos dois se movimentando, o suor frio escorrendo pelos seus corpos, as rápidas batidas cardíacas e os barulhos que faziam não os incomodavam. Pelo contrário, só lhes davam mais desejo.
Madoka passou a ser mais rápido e mais violento, sem parar pra nada, nem com algumas batidas que seus pais deram na porta trancada. Sentou-se, ficando mais fundo em Homura, e puxando seus quadris para baixo, para facilitar na movimentação dele.
-Madoka... Eu estou.. Próximo de... AH!! – Ele acabou por vir antes de Madoka, que veio alguns segundos depois.
Madoka e Homura respiravam de modo pesado, cansados e suados.
-Desculpe...Eu acabei.. Te sujando por dentro..
Homura olhou para ele.
-Não..Não se desculpe. Eu gostei...
Madoka nada respondeu, ficando mais corado do que já estava. Procurou alguma coisa que pudesse limpar seus abdomens e as coxas de Homura. Tendo deixado ele limpo, cobriu-o com um dos edredons. Ele se deitou e se cobriu também.
Homura puxou-o para perto, dormindo abraçado com ele. Madoka não se importou, e dormiu com ele mesmo assim. Na manhã seguinte, quando Madoka acordou, viu Homura abrindo a janela.
-Homura..?
-Madoka? – Ele parecia ter levado um susto.
-Pra onde vai?..
-Eu tenho que deixar você seguro. Me desculpe por não poder ficar. – Ele deu um beijo na testa de Madoka e o deitou de novo, esperando-o fechar os olhos para enfim sair.
Sair de encontro à sua provável morte.

The Fucking End.

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