“Não demoraria para Walpurgisnacht aparecer...Eu precisava
proteger o Madoka... Eu vivo voltando no tempo só para protegê-lo.. Eu nunca
consegui salvá-lo da enganação do Kyubey... Mas não dessa vez. Dessa vez eu vou
conseguir.”
Esses foram os pensamentos de Homura, uma semana antes da
aparição da Bruxa mais poderosa que existia. Nada sabia Madoka sobre isso. Ele
não sabia das reais intenções do novato de sua turma, que parecia saber de tudo
e de todos.
Um Mahou Shounen como ele...O que será que ele tinha na
cabeça? Pra tentar matar as bruxas antes de todos os outros? Agora Sayaka
estava morto, Tomoe estava morto e Sakura estava morto. Não paravam de morrer.
Todos de forma tão triste...
Madoka estava em seu quarto, pensando em todas as mortes,
como já fazia há algum tempo. Kyubey estava do seu lado, explicando como as ‘emoções’
eram tratadas no lugar de onde ele vinha. O maldito falou que eram apenas
coisas para produzir energia... Ele enganou todos nós para gerar a porcaria de
uma energia?
“Eu não devia tê-lo salvado naquele dia..” –Pensou Madoka,
sem se importar que Kyubey ouvisse ou não.
Uns dois dias depois, Homura começou a se preparar para a
batalha que sempre perdia, pegando todas as armas pesadas e armas de fogo que
podia carregar em seu escudo. Depois de conseguir tudo que queria, começou a
andar e a pensar em Madoka.
Era estranho pensar que amava outro garoto... Mas ele foi o
único que o apoiou quando entrou nessa história pela primeira vez. Ele que o
avisou das enganações de Kyubey. Ele que fez Homura prometer que não deixaria
que ele caísse em seu truque novamente. Resolveu,então, ir visitá-lo.
Era noite. Ele observava a janela fechada de Madoka, sem
coragem para bater algumas vezes nela pra chamar sua atenção. Ficou sentado ali
por toda a tarde, imaginando o que Madoka estaria pensando, mas já estava
cansado de se sentir depressivo. Sua Soul Gem ia acabar ficando corrompida,
mais do que já estava.
Já ia se levantando, quando ouviu a janela ser aberta e a
voz de Madoka dizendo:
-..Homura-chan?...Que faz aqui?
-Madoka.. – Ele nada disse após isso. Somente o observou.
-Você...Vai enfrentar sozinho a Walpurgisnacht?
-É preciso. – Homura desviou o olhar, quase pulando para
fora, mas seu braço fora envolvido com uma das mãos de Madoka.
-Por favor..Não saia...Não quero mais ficar sozinho com meus
pensamentos.
-Madoka... Está bem. – Se aquietou.
-Entre por favor...- Puxou-o de leve e ele entrou. Fechou a
janela em seguida.-Quantas vezes...Você já presenciou esse tipo de coisas,
Homura-chan?
-Eu já perdi a conta...
Madoka desviou o olhar, imaginando quantas vezes ele já viu
todos eles serem mortos. Inclusive a si mesmo. Sempre voltando e sempre vendo
todos morrerem de novo...Ele devia sofrer bastante.
-Eu sinto muito...Eu não pude ajudar ninguém... –Madoka já
começava a se sentir culpado de novo, ficando com a voz rouca.
-Não,Madoka! Você é a única razão de eu ter feito isso por
todo esse tempo! Eu só quero...Que você fique salvo... E longe das traições de
Kyubey...
-Homura..
O moreno tinha corado e desviado o olhar enquanto falava
aquela frase. Madoka achou um tanto fofa aquela reação dele. Por trás daquela
seriedade toda, seria ele apenas tímido e inseguro? Ele deu um pequeno riso,
olhando fixamente para o rosto dele.
Acariciou-o de leve, chamando a sua atenção, e assim que ele
se virou, colou os seus lábios nos dele, supreendendo-o.
-Madoka?! Q-Que está fazendo??- Ele corou mais ainda,
incrédulo.
-Ao menos.. Eu posso fazer isso. – Beijou-o de novo, mais
gentil, acariciando seus cabelos negros com delicadeza.
Aos poucos a incredulidade de Homura foi desaparecendo, e
nesse mesmo tempo foi se entregando mais e mais ao dócil beijo que Madoka lhe
dava. Tantas vezes que imaginara isso... Mas nunca tivera a coragem para
admitir seus sentimentos...
Falou baixinho:
-Madoka...Eu...Eu te amo...
Madoka, ouvindo isso, corou e abraçou-o, sem deixar de
beijá-lo. Foi só uma questão de tempo até deitá-lo no seu colchão macio com
cuidado. Cercou-o com seus braços, observando o rosto pálido dele decorado com
um vermelho perfeito. Tão fofo.
Ele logo começou a distribuir beijos pelas suas bochechas
vermelhas, indo até seu pescoço, que parecia ser um ponto sensível dele. Passou
as mãos lentamente pelo seu corpo pouco masculino, dando alguns toques mais
ousados de vez em quando.
Homura ainda não entendia tudo aquilo. Deveria ser algum
sonho ou fantasia. Mas de qualquer forma, não deixaria que aquilo passasse tão
rápido. Iria se certificar de aproveitar cada momento que tinha com aquele à
quem amava. Mesmo que fosse apenas uma ilusão antes do desespero.
Madoka então, pôs-se a remover algumas peças do corpo de
Homura, deixando seu abdômen despido, e a passar a língua pelo peitoral dele,
enrijecendo aqueles dois pontos rosados e cheinhos. Homura abafava os barulhos
que a garganta mandava fazer, mas sempre acabava cedendo.
Madoka se levantou por alguns segundos e pôs a mão por baixo
de suas (irritantes) calças, acariciando o membro necessitado de Homura. É
claro que o moreno se assustou um pouco e pôs as mãos ali para impedir Madoka,
mas este sorriu para ele e o acalmou, dando-lhe um doce beijo.
-Não se preocupe, Homura.
Homura virou o rosto corado para o lado, deixando Madoka
tomar conta.
O de cabelos meio rosados despiu o moreno, deixando-o
exposto e incapaz de fazer qualquer coisa. Acariciou mais os seus quadris e o
seu membro, antes de se abaixar mais um pouco, a ponto de deixar os lábios
extremamente perto daquele ponto.
-Madoka..Você não precisa.
-Tem razão. Eu não preciso. – Pôs-se a lamber o membro dele
de leve.- Mas eu quero. – Pôs a boca
ali, sem arrependimento algum, arrancando um doce gemido de Homura.
O moreno segurou os cabelos finos de Madoka, tentando segurar
seus barulhos sem sucesso. A boca de
Madoka era, por mais incrível que pareça, experiente e descontrolada, mesmo que
ele nunca tenha feito isso na vida. Nunca esperou ele fosse tão bom assim com
sua boca.
Homura não estava agüentando tanta brincadeira. Puxou-o de
leve pelos cabelos, sem machucá-lo, para chamar sua atenção e disse:
-Madoka...Por favor... Deixe de brincadeiras... Eu estou
pronto.
-Tem certeza?
-Sim...
-Deixe-me ao menos prepará-lo... Não quero que sinta dor.
-Uhum..
Madoka lambeu dois de seus dedos com delicadeza, e com
cuidado foi penetrando-os na entrada de Homura, que gemeu um tanto alto. Por
sorte a família de Madoka não ouviu. A porta estava trancada, de qualquer
forma.
Homura mordeu seu lábio inferior e fechou os olhos com
força. Mesmo que ainda fosse pelos dedos dele, era a primeira vez que sentia
isso, então era bem doloroso. Madoka passou pelo menos 30 ou 40 segundos
acostumando-o, até tirar os dedos dali.
Estava lubrificado e preparado, então não sentiria tanta
dor. Madoka então despiu-se, posicionando para invadi-lo. Antes de mais nada,
perguntou:
-Tem certeza?
-Sim...
Ouvindo isso, invadiu-o com cuidado, mas não com gentileza,
fazendo Homura gemer mais alto ainda. A sensação era estranha. Sentia-se
apertado, e a entrada dele pulsava um pouco para tentar removê-lo dali. Mas ao
mesmo tempo que era estranho, era bom, então não poderia parar ali.
Começou a se movimentar depois que a respiração de Homura
voltara ao normal, sendo gentil. À cada gemido que Homura produzia, só lhe dava
a intenção de continuar. Seus ouvidos se deliciavam ouvindo aqueles sons.
Homura agarrou-se em Madoka, abraçando-o, e entrelaçando
suas pernas nas costas dele, de vez em quando empurrando-o para dentro, pois o
prazer já estava começando a dominar seu corpo. Ele foi rápido em achar seu
Ponto G.
Puxou seu rosto e beijou-o freneticamente, acariciando seus
cabelos meio rosados e entrelaçando seus dedos nos dele. Os cabelos dos dois se
movimentando, o suor frio escorrendo pelos seus corpos, as rápidas batidas
cardíacas e os barulhos que faziam não os incomodavam. Pelo contrário, só lhes
davam mais desejo.
Madoka passou a ser mais rápido e mais violento, sem parar
pra nada, nem com algumas batidas que seus pais deram na porta trancada.
Sentou-se, ficando mais fundo em Homura, e puxando seus quadris para baixo,
para facilitar na movimentação dele.
-Madoka... Eu estou.. Próximo de... AH!! – Ele acabou por
vir antes de Madoka, que veio alguns segundos depois.
Madoka e Homura respiravam de modo pesado, cansados e
suados.
-Desculpe...Eu acabei.. Te sujando por dentro..
Homura olhou para ele.
-Não..Não se desculpe. Eu gostei...
Madoka nada respondeu, ficando mais corado do que já estava.
Procurou alguma coisa que pudesse limpar seus abdomens e as coxas de Homura.
Tendo deixado ele limpo, cobriu-o com um dos edredons. Ele se deitou e se
cobriu também.
Homura puxou-o para perto, dormindo abraçado com ele. Madoka
não se importou, e dormiu com ele mesmo assim. Na manhã seguinte, quando Madoka
acordou, viu Homura abrindo a janela.
-Homura..?
-Madoka? – Ele parecia ter levado um susto.
-Pra onde vai?..
-Eu tenho que deixar você seguro. Me desculpe por não poder
ficar. – Ele deu um beijo na testa de Madoka e o deitou de novo, esperando-o
fechar os olhos para enfim sair.
Sair de encontro à sua provável morte.
The Fucking End.
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