Quinta.
E hoje, apesar de eu não ter achado de primeira, foi um dia
muito melhor que ontem. Muito melhor mesmo. O exército veio! O EXÉRCITO!! Sabe
o quão feliz eu me senti por matar todos eles? É uma sensação maravilhosa!
Eu passei o dia rindo e me divertindo, também sujando-me com
o seu sangue vermelho vibrante. Até os vi queimar com gasolina e ácido em seus
corpos ,que ,é claro, eu mesmo joguei. Foi muito engraçado vê-los queimar. Ver
suas peles esbranquiçando e se deteriorando pouco a pouco, deixando sua carne
exposta e bem visível...
O sangue que escorria de suas gargantas cortadas me fazia
sorrir e querer mais. Até cheguei a me
arranhar! A mim mesmo, imaginas? Hahaha, nem chegou a doer...Preciso afiar mais
as minhas garras. Estão ficando redondas de novo.
Sem contar que depois de tudo, quando cheguei em casa encharcado
de sangue, comecei a ter mais e mais inspiração e deu para compor umas 5 ou 6
músicas, não me lembro bem agora. Ah, quando comecei à tocá-las quase me deu
prazer no coração, um prazer que seria daqueles que Gallahad me faz ter de vez
em quando, mas dessa vez fomos só eu e o piano.
É claro que meu masoquistazinho estava perto, ouvindo e
vendo tudo. Aquela cara que ele fazia era meio hipnótica, me deixava com
vontade de continuar tocando aquilo. Nem me importei de sujar um pouco o piano
de sangue. Ficaria perfeito assim. Afinal, sou um pianista louco, sádico e
entre outros... Bem, ao menos é o que os meninos de onde estudo ficam falando
de mim pelas costas.
Mas é claro que eu escuto.
Não sou lá o último a saber das coisas que acontecem por lá,
na verdade sou um dos primeiros. Basta que alguém invente coisas sobre mim.
Umas horas depois ou no máximo um dia depois, o mesmo estará morto. Engraçado
não?
Às vezes é bom também ter essas vozes sussurrantes em minha
cabeça, dizendo-me o que fazer e o que não fazer. São bons professores de
matança, de raiva...
Bem, hoje esse foi o meu dia.
É tudo que eu consegui escrever.
-Thomas
Nenhum comentário:
Postar um comentário